Aplicativo do iPad permite observar cérebro de Einstein

Lâminas de laboratório com a matéria cinzenta do cientista foram digitalizadas. Lucro com a venda do programa serão destinados à museus americanos

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Foto e modelo do cérebro de Albert Einstein na exposição, em março

Os cientistas que sempre se encantaram com o que Albert Einstein era capaz de fazer com seu cérebro agora podem explorá-lo, graças a um novo aplicativo de iPad que mostra lâminas de laboratório com a matéria cinzenta do famoso cientista.

O cérebro de Einstein foi extraído para estudos após a sua morte, causada por um aneurisma, em 1955, pelo patologista que fez a necropsia do físico em um hospital de Princeton, Nova Jersey (leste dos EUA).

O patologista, doutor Thomas Harvey, seccionou o cérebro de Einstein em cerca de 170 partes, mais ou menos agrupadas pelos lóbulos e o tronco cerebral. Em seguida, fracionou estas partes em centenas de pedaços microscópicos.

A seções foram montadas em lâminas de laboratório e em seguida tingidas para destacar a estrutura celular e de tecido condutivo do nervo.

Os herdeiros do doutor Harvey doaram a coleção de imagens ao Museu Nacional de Saúde e Medicina em 2010.

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Na primavera (hemisfério norte) de 2012, o Museu Nacional de Saúde e Medicina de Chicago (NMHMChicago) obteve financiamento privado para iniciar a digitalização da coleção.

Os slides digitalizados até agora estão disponíveis no novo aplicativo. Os lucros obtidos com a venda deste programa serão destinados ao Museu Nacional de Saúde e Medicina do Departamento de Defesa em Silver Spring, Maryland (leste), bem como ao Museu Nacional de Saúde e Medicina de Chicago (Illinois, norte).

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