- Telefone 'frio' revela suposto comparsa de Mizael, diz delegado em depoimento
- Rastreador instalado por Mércia em veículo compromete o acusado Mizael
- Pai de Mizael defende o filho: "É uma injustiça. Não é fácil assistir”
Fim de sessão nesta terça-feira. O julgamento será retomado nesta quarta-feira, às 9h. 20h33 A testemunha diz que apenas no dia 23, dia da morte de Mércia, os telefones dos Mizael e Evandro fogem do padrão. Nos dias seguintes, os telefones voltam ao padrão. O telefone não cadastrado de Mizael para de ser usado. 20h31 Simone confirma que quando o rastreador do carro indica que ele está parado. As ligações de Mizael indicam que ele está na mesma região da casa da avó de Mércia e da própria Mércia. 20h27 Simone confirma que quando o rastreador do carro indica que ele está parado. As ligações de Mizael indicam que ele está na mesma região da casa da avó de Mércia e da própria Mércia. 20h24 Simone confirma que quando o rastreador do carro indica que ele está parado. As ligações de Mizael indicam que ele está na mesma região da casa da avó de Mércia e da própria Mércia. 20h22 A testemunha afirma que no dia 23 de maio, as ligações feitas por Mizael e Evandro fogem do padrão do último mês. Pelos menos duas ruão não são encontradas desde o dia 1º de maio. 20h19 Público já pode voltar ao plenário. 20h16 Gravação é interrompida e público presente é retirado do plenário para que testemunha fale sobre detalhe técnicas das investigações a respeito dos telefonemas. "A revelação dessa informação de forma pública poderia prejudicar futuras investigações", disse o policial. 20h13 Em pelos menos dois dias, Mizael ligou para Mércia do telefone cadastrado em seu nome e na sequencia fez ligações para Evandro do telefone que não foi declarado. 20h03 De acordo com Simone, Mizael confirmou os encontros que teve com Mércia compatíveis com o histórico de chamadas dos dois. 20h00 Apesar de ser registrado por uma pessoa de Cotia, esse celular tinha o mesmo padrão usado por Mizael. Não havia ligações de Cotia. 19h57 A testemunha disse que acompanhou o depoimento de Mizael e afirmou que o réu alegou que utilizava pouco esse número que ele não havia declarado. No dia do crime, foram 16 ligações de Mizael para Evandro e 3 de Evandro para Mizael. 19h56 A defesa encerra sua parte. O promotor Rodrigo Merli Antunes começa a fazer sua perguntas. 19h52 Segundo a testemunha, neste dia, os telefonemas dos dois fugiu do padrão neste dia. 19h48 Segue o depoimento da testemunha. Da parte que ele parou. 19h47 Houve mais uma queda de energia no plenário. E foi perdida a transcrição das perguntas respondidas por essa testemunha. O juiz aguarda para saber se alguma emissora gravou o depoimento, para que ele possa ser anexado ao processo. Se não, o depoimento terá que ser refeito. 19h39 Alexandre Simone Silva segue detalhando os locais de Mizael e Evandro estaria no dia do crime, segundo as ligações feitas ou recebidas por eles. Essa deve ser a última testemunha do dia. 19h35 Nas mais de 10 ligações trocadas entre os dois, eles fizeram algumas ligações de diferentes locais de Guarulhos. Enquanto o GPS do carro mostra que o veículo estava parado no Hospital de Guarulhos. 19h24 A sessão na é retomada. 19h20 O juiz solicita uma interrupção na sessão para que seja montado na mapa que deve facilitar a exposição de onde Mizael e Evandro teriam feito e recebido suas ligações. 19h07 Entre as ligações que fez, durante um percurso feito pela cidade de Guarulhos, Mizael fez algumas ligações para Evandro, acusado de ajudar Mizael no homicídio. 19h02 Essa testemunha é considerada pela acusação como benéfica a ela. A declaração foi feita pelo promotor Rodrigo Merli Antunes às vésperas do julgamento. 18h53 Ao falar ao advogado, a testemunha informa o trajeto que teria sido feito por Mizael no dia da morte de Mércia. Os dados do GPS do carro e os telefonemas são compatíveis. 18h52 O advogado Ivon Ribeiro começa a fazer suas perguntas ao investigador. 18h46 O advogado Samir Haddad Junior questiona o número de ligações trocadas entre Mércia e Mizael. A testemunha diz que nos telefones pesquisados, entre 1º de maio e 7 de junho de 2010, Mércia fez 127 ligações telefônicas para Mizael e Mizael fez 41 ligações para Mércia. 18h40 O investigador diz que acredita que seu trabalho dá resultados por conta das mais de 150 pessoas que foram libertadas em casos de sequestro. Muitas deles com grande repercussão, como o caso Mércia Nakashima. 18h35 O advogado de defesa Wagner Aparecido Garcia questiona como a polícia chegou ao número que não estava no nome de Mizael. Ele informa que chegaram ao número após uma análise dos números que Mércia havia ligados nos últimos dias. Ao analisar esse número, foi encontrado que este número tinha o mesmo padrão dos outros celulares de Mizael. 18h29 Alexandre Simone Silva afirma que os dados que fez mostravam incompatibilidade entre os dados de um celular de Mizael, de um número que não estava em seu nome, e o seu depoimento. 18h24 Ao responder à defesa, o investigador afirmou que trabalhou em mais de 150 casos de sequestro, rastreando sinais de números telefônicos. 18h21 O policial foi convidado e autorizado a auxiliar a investigação na investigação da morte de Mércia Nakashima. Ele analisou dados de três números da Mércia e cinco ou seis de Mizael. 18h20 Agora quem fala é a testemunha Alexandre Simone Silva. Ele é investigador da divisão anti-sequestro de São Paulo 18h16 A sessão é retomada. Um gerador foi acionado e testemunha Rita Maria de Souza voltou ao plenário para responder pergunta de um dos jurados. 18h14 Ao determinar o intervalo, o juiz Leandro Bittencourt Cano afirmou que duraria 5 minutos. Mas a luz ainda não voltou. O problema atinge todo o quarteirão do fórum. 17h58 Neste intervalo, advogados e juiz deixaram o plenário, os jurados e a plateia também. Mizael está sozinho, escoltado por três policiais. 17h42 Embora tenha prometido participar ativamente de sua audiência, Mizael acompanha quieto e sério o julgamento. Sua única intervenção foi ajudar seu advogado a encontrar uma página no processo para uma pergunta dirigida ao delegado Antônio de Olim, primeira testemunha do dia. 17h36 No momento falta energia no plenário. As luzes de emergência foram acionadas e a oitiva da Rita Maria de Souza acabou em seguida. O juiz deu um pequeno intervalo por conta do problema 17h34 A testemunha já finalizou seu depoimento. 17h32 Rita confirmou ao advogado que coletou assinaturas para o abaixo-assinado por cerca de oito dias 17h29 O assistente de acusação Alexandre Sá Domingues começa a questionar a testemunha 17h28 Ao confirmar que assinou um abaixo-assinado que pedia a liberdade de Mizael, Rita afirma que "acredita no Mizael". 17h25 Agora o promotor é quem faz as perguntas para a testemunha. 17h24 A testemunha diz que nunca viu discussões entre Mércia e Mizael no escritório. 17h20 Rita disse a Ivon Ribeiro que lembra do momento em que Mércia Nakashima decidiu deixar a sociedade com Mizael. “Fiquei sabendo que ela iria montar um escritório em Cumbica. Mas não sei porque ela saiu de lá". Segundo ela, Mércia estava sempre contente e alegre. “Era um clima de harmonia” 17h16 A primeira testemunha de defesa a depor é Rita Maria de Souza, corretora de imóveis. Já alugou um imóvel para o réu Mizael Bispo de Souza. Rita deve falar sobre a relação entre Mizael e Mércia 17h09 Sem mais perguntas, o advogado Arles Gonçalves Júnior é dispensado pelo magistrado. É então encerrada a fase de oitivas das testemunhas de acusação 17h06 O juiz Leandro Cano precisou intervir novamente durante o júri. Após uma calorosa discussão, entre o promotor Rodrigo Merlin e o advogado Ivon Ribeiro, o magistrado passou a intermediar os questionamentos à testumunha. “Ele só lembra do que quer, doutor”, reclama o defensor do réu. Em resposta, Arles disse: "O senhor está me ofendendo" 17h02 Ivon Ribeiro, um dos advogados de Mizael, perguntou se Arles sabia por que Mizael chamou o vigia Evandro para ajudá-lo. O advogado respondeu: "Salvo engano, porque o vigia era amigo, o ajudava em bicos" 16h57 Defesa faz perguntas ao advogado, que é a última testemunha do Ministério Público 16h45 Arles confirmou também que acompanhou o interrogatório de Mizael. Durante a apresentação das provas e bilhetagem telefônica, Arles viu Mizael dando um tapa na mesa do delegado Olim. “Ele disse que quem teria que explicar as ligações telefônicas [durante a noite do crime] era a operadora” 16h40 “Obviamente que o trato policial não é o mesmo, foi mais chulo. Mas tudo já havia sido dito”, disse Arles. O advogado é questionado sobre possíveis abusos durante o interrogatório 16h30 Promotor perguntou ao advogado se havia notado algum tipo de abuso feito pelos policiais ou delegado durante o depoimento. Arles disse “não”. Arles descreve o dia em que Evandro foi interrogado. "O Evandro disse que conversou com o Mizael e que ficou combinado que ele ia buscá-lo no local do fato (na represa)" 16h23 Segundo ele, foi convocado pela Ordem de Advogados do Brasil (OAB) para acompanhar as buscas por Mércia Nakashima, que era advogada. Quando Evandro chegou ao DHPP, em São Paulo, Gonçalves Júnior foi chamado para acompanhar seu depoimento. Ele disse que chegou uma hora antes ao local 16h16 Sessão é retomada no plenário do Fórum de Guarulhos. Próximo a ser ouvido é Arles Gonçalves Júnior, última testemunha arrolada pelo Ministério Público. Ele é advogado e acompanhou o depoimento do vigia Evandro Bezerra à Polícia Civil 16h10 Sem mais perguntas, o juiz encerrou a oitiva do delegado Olim. Ele falou por mais de cinco horas neste segundo dia de júri. Magistrado determinou pausa de uma hora para almoço 14h52 A mãe de Mércia ficou nervosa com as questões sobre os honorários advocatícios e deixou o plenário mostrando irritação 14h44 "O senhor Ivon não quer a ajuda do senhor", diz juiz Leandro Cano ao promotor. " É que eu senti que ele está perdido nos autos", disse o promotor. "Senhor Rodrigo, sem ironias, por favor", finaliza o diálogo o juiz rindo. 14h31 "Volto a dizer, o senhor está fazendo um comentário", diz juiz 14h26 "O único depoimento que eu acompanhei na delegacia foi com o senhor [Ivon Ribeiro]. E foi ali que eu formulei a minha convicção completa de que o seu cliente é o autor do crime", disse o promotor Rodrigo Merli Antunes 14h21 Após bate-boca, vídeo continua a ser apresentado 14h12 "O senhor está perdido nos autos. O senhor está viajando", diz promotor Rodrigo Merli Antunes ao advogado. "O senhor é desleal, mentiroso. O diabo é o pai da mentira o senhor é amigo do diabo" 14h10 "Qual o questionamento do senhor mostrando este vídeo?, interrompe o juiz. "Para confrontar o que está no vídeo", responde o advogado 14h05 Defesa exibe vídeo de interrogação de Evandro 14h02 Defesa exibe vídeo da primeira fase do julgamento aos jurados. Advogados querem mostrar contradições em fala de Olim 13h46 "Faça a pergunta direta pura e simplesmente. Sem fazer comentários. O senhor está passando do limite", interrompe juiz após advogado de Mizael dizer que documento sobre rastreamento não presta 13h37 Advogado questiona investigação baseada em rastreamento de GPS do carro de Mizael. "O senhor fez a investigação com base em um documento temerário?" 13h34 Mizael folheia um dos volumes do processo e aponta a página que orientou a pergunta do advogado Ivon Ribeiro ao delegado Antônio de Olim 13h26 Minutos após assumir a fala, Ivon Ribeiro já protagoniza novo embate com o delegado. "O senhor tem muitas divergências nas suas declarações", disse ao policial. "Pois não, doutor. Estou aqui para responder suas perguntas", respondeu Olim 13h15 Após mais de 2h30, delegado continua respondendo aos questionamentos da defesa de Mizael. Agora quem fala com a testemunha é o advogado Ivon Ribeiro 13h08 Delegado afirma que Mizael teria montado um cenário e inclusive guardado tikets de cinema e estacionamento para mostrar que estava tudo bem entre ele e Mércia. "Logo estranhei porque ninguém guarda essas coisas". Dias antes do crime, o casal teria ido a um motel e um shopping da região. 12h58 Olim afirma ter recebido ligações ameaçadoras. 12h45 Delegado afirma que quis passar as imagens do interrogatório para a imprensa. "Queria mostrar que ele sempre mentiu, que ele estava nervoso" 12h40 "Foram algumas interferências que foram até boas", disse delegado sobre Márcio Nakashima. 12h38 "A coisa mais importante do processo eu sei. Eu não tenho dúvida nenhuma de que Mizael matou a Mércia", diz Olim. 12h33 Delegado Olim afirma que apenas Mizael e Evandro estão envolvidos na morte de Mércia. 12h32 Alexandre de Sá, assistende de acusação e defensor da família de Mércia Nakashima, pede a exibição do depoimento de Evandro dado à polícia. Juiz aceita o pedido 12h02 Sessão é retomada no Fórum de Guarulhos, em São Paulo 11h56 Após duas horas de oitiva, juiz Leandro Cano interrompe a sessão 11h36 Delegado citou ainda a existência de uma mulher que havia se oferecido como “álibi” do réu para o crime. Ela seria a prostituta que Mizael contou à polícia ter passado quatro horas, na noite da morte de Mércia. Segundo Olim, “ela apareceu do nada”. Promotor mostra aos jurados foto da suposta mulher com Mizael, que usava um boné para não ser reconhecido 11h24 “Comecei a cortar [divulgação de informações] porque ele estava atrapalhando”, disse Olim sobre Márcio Nakashima, irmão da vítima. “Todas as denúncias foram investigadas. Jamais elegi Mizael culpado sem investigar outras possibilidades. Sou profissional”. O policial explicou que a exposição de fotos e telefones da família Nakashima trouxe “muitas denúncias frias” sobre o caso 11h03 Após o dia do crime, Mizael não utilizou mais o celular “frio”. Evandro também trocou o chip do seu aparelho. No entanto, foi localizado pela polícia após registro em antenas pelo antigo aparelho. Delegado deixou claro que o rastreador do veículo “confirmou todos os passos de Mizael” 10h58 "Mizael usava um telefone frio, que foi comprado só para falar com Evandro, para tratar sobre a morte da Mércia", explicou Olim. A promotoria busca reforçar que o réu comprou um celular "frio", sem cadastro em seu nome, para usar no dia 23 de maio de 2010 - data da morte da advogada Mércia 10h44 “Ah, não começa. Vou ter que explicar como funciona um celular de novo?”, disse o promotor após ser interrompido pelo advogado Ivon Ribeiro, que representa a defesa de Mizael. Juiz precisou interferir e pedir ordem no plenário para encerrar o bate-boca 10h37 Confrontado, Evandro deu novo depoimento já em SP. Nessa ocasião, ele confirmou que ficou com Mizael ao redor da casa da Mércia se falando ao telefone. Duas antenas registraram o momento no dia do crime: uma na região da casa do pai de Mércia e outra na casa da avó da vítima. "Não como falar que não era ele [Evandro]. O celular não anda sozinho", disse o delegado 10h22 Evandro disse a Olim, na detenção de Sergipe, que Mizael o procurou no posto de gasolina inúmeras vezes na época do crime. As informações batem com os registros telefônicos entre os dois. Evandro confessou à polícia que buscou Mizael na represa, que tinha duas armas - uma pistola e um 38 - e estava molhado 10h17 O réu teria vínculos em Nazaré Paulista, onde fica localizada a represa em que o corpo de Mércia Nakashima foi descartado. Sobre a localização de Evandro, o delegado disse que “as antenas o prenderam”. Evandro foi preso em Sergipe. "Lá ele me contou tudo o que era interessante para ele" 10h13 Segundo o delegado, a polícia conseguiu rastrear o vigia Evandro Bezerra Silva, também acusado de participar do crime. Ele trabalhava para Mizael em um posto de gasolina. Delegado: “Depois que Mércia morreu, ele sumiu. Era um dos lugares que Mizael fazia um bico com ele” 10h07 Olim contou que o local que Mizael disse ter encontrado uma prostituta é um local de trânsito. “Impossível parar ali para pegar alguém”. “Como depois de quatro horas de programa, você não lembra cor do cabelo ou outra característica?”. Promotor continua a fazer perguntas para a testemunha 9h58 Promotor Rodrigo Merli questiona o delegado sobre contradições do depoimento do réu. Mizael acompanha a fala do policial em plenário 9h47 Policial, que foi arrolado como testemunha de acusação, explicou que o rastreador do carro de Mizael Bispo mostrava um itinerário diferente do que o réu havia dito. Olim disse ter refeito todo o caminho com Mizael e “em momento algum ele discordou do aparelho”. Segundo a polícia, o réu não sabia que Mércia havia instalado o aparelho no veículo 9h45 Delegado Antônio de Olim, responsável pelas investigações do caso, começa a ser ouvido no Fórum de Guarulhos 9h34 A outra testemunha ouvida hoje será o advogado indicado pela OAB para acompanhar o depoimento de Evandro Bezerra Silva, que admitiu em depoimento ter apanhado Mizael perto da represa em que ocorreu o crime 9h31 Primeiro a ser ouvido nesta terça-feira, segundo dia de júri popular, o delegado Antônio de Olim afirmou que vai provar que o telefone de Mizael "era frio, adquirido para cometer o crime" 9h23 O advogado de acusação, Alexandre de Sá Domingues, afirmou que sem o irmão de Mércia, Márcio Nakashima, "o corpo de Mércia não teria sido encontrado" 9h15 "Devo estar velho", disse Ivon Ribeiro ao comentar a perícia sobre as ligações recebidas por Mizael. "Afirmar pra mim que telefonia é uma ciência exata?" 9h10 O advogado que defende Mizael, Ivon Ribeiro, chegou há pouco ao Fórum de Guarulhos. Ele classificou de "fraude" a prova da alga encontrada no sapato de Mizael. "Uma fraude, ela foi colhida após o crime. São três meses de engano" 9h01 Bom dia! O réu Mizael Bispo de Souza já chegou ao Fórum de Garulhos, na região metropolitana de São Paulo, para o segundo dia do seu júri popular. Ele é acusado pelo assassinato de Mércia Nakashima 8h28 1º dia de julgamento Fim dos depoimentos do dia. O júri volta nesta terça-feira, às 9h. 20h30 A defesa agora contesta a existência de um aclive apontado pela perícia entre a antena que intermediou uma ligação do réu e o endereço que ele disse estar. O perito, no entanto, afirmou que esse obstáculo foi ignorado por ele em favor do sinal de celular, o que beneficiaria Mizael. 20h18 "Não vejo necessidade de diligências no local onde a antena foi analisada", afirmou o juiz à defesa. Os defensores de Mizael contestaram a perícia em ligações telefônicas que julga "impossível" que o réu estivesse em Guarulhos na hora do crime. Ele recebeu uma chamada por intermédio de uma antena próxima a cidade de Nazaré Paulista, local onde o corpo de Mércia foi encontrado 20h10 O juiz cassou a palavra do promotor após ele ironizar a explicação do defensor Ivon Ribeiro, que contesta a perícia. 20h05 As notícias do dia:- Engenheiro diz que versão de Mizael para ligações em Guarulhos é 'impossível'
- “Esse sapato tem de ter entrado na água”, diz biólogo sobre alga
- Irmão de Mércia presta depoimento por 3h marcado por bate-bocas com defesa
- Mãe de Mércia chora enquanto Mizael deixa plenário
- 'Espero não encontrar Mizael', diz irmão de Mércia Nakashima
- 'Mizael será a sua própria condenação', diz advogado da família de Mércia
20h O bate-boca gerou comentários na plateia em apoio ao promotor, mas a expressão da mãe de Mércia não mudou. Séria, ela fala pouco durante o julgamento. 19h55 Em resposta a pergunta feita pelo advogado de defesa de Mizael se estava com medo, o promotor afirmou: "Estou com medo da sua ignorância". 19h50 "Eu não sei se é estratégia, ignorância ou má-fé", gritou o promotor. "Não é falando alto que o senhor vai intimidar", respondeu o defensor. 19h45 "É inútil a diligência", gritou o promotor Rodrigo Merli Antunes. "Está com medo, doutor?", respondeu Ribeiro. 19h40 O advogado pediu uma diligência para saber se é mesmo possível receber e efetuar ligações de uma antena a 10kms de onde Mizael disse estar, o que a perícia considera "impossível" 19h37 O juiz Leandro Cano interviu defendendo a acusação, mas Ribeiro quer saber se os jurados entenderam a explicação do engenheiro Eduardo Amato Tolezani. 19h35 Mais um bate-boca na sessão: o advogado de defesa Ivon Ribeiro e os advogados de acusação não entram em acordo sobre o funcionamento das ERBs (Estação Rádio Base). 19h30 O juiz pediu à defesa que não repita as perguntas da acusação, o que o advogado Ivon Ribeiro concordou.19h20]]A acusação concluiu agora suas perguntas depois de uma hora e meia. 19h10 O engenheiro analisou em datashow os dados da operadora Oi com o alcance do sinal do telefone celular usado por Mizael no dia do crime. 18h30 Eduardo Amato Tolezani é ouvido no momento. O engenheiro analisou as ligações telefônicas entre vítima e réu. 17h55 A próxima testemunha a ser ouvida é o engenheiro especializado em telecomunicações Eduardo Amato Tolezani. Ele não autorizou que sua voz e imagem sejam transmitida pela TV 17h48 A defesa de Mizael pediu que o perito Carlos Eduardo Bicudo não seja dispensado. O advogado Samir Haddad Jr. quer uma acareação com o perito Oswaldo Negrini Neto, que fez um laudo a pedido da defesa. 17h40 Terminam os esclarecimentos do perito Carlos Eduardo de Mattos Bicudo. A sessão é interrompida pelo juiz Leandro Bittencourt Cano. 17h25 Segundo o especialista, a alga se desenvolve nas época mais fria do ano, entre abril e setembro. A morte ocorreu no fim de maio de 2010 17h20 Após a pergunta de um jurado, o perito esclarece que esse tipo de alga existe em outros locais do Estado de São Paulo. "Não vou me lembar de outras cidades agora, mas no Jardim Botânico de São Paulo já foi encontrado". 17h11 O perito Carlos Eduardo de Mattos Bicudo afirma à defesa de Mizael que existem 40 anos de pesquisa no Estado de São Paulo e que a alga que foi encontrada no sapato de Mizael, entre as represas da região, só existe em Nazaré Paulista. 17h Após o promotor Rodrigo Merli fazer perguntas, o assistente de acusação Alexandre de Sá Domingues, questiona ao biólogo se é comum utilizar a Wikipedia como fontes em pareceres. Carlos Eduardo de Mattos Bicudo afirma diz que "existem os livros técnicos e os gibis. Está mais para isso" 16h53 O perito afirma que é equivocado dizer que este tipo de alga ou qualquer outro tipo pode se desenvolver em uma poça d'água. "Poça é um ambiente efêmero. Não dá tempo dela se desenvolver". 16h43 Segundo o especialista, a alga era do tipo stigeoclonium, uma planta aquática de água doce. E pode se desenvolver em represas. O material de análise foi retirado do veículo de Mércia e do sapato de Mizael 16h24 Bicudo reconhece ter recebido material encontrado no sapato do réu e fez a análise. “Recebi lâminas numeradas do material encontrado na cena do crime. Sabia que era do caso [Mércia Nakashima], mas não de onde havia sido colhido” 16h20 Segunda testemunha de acusação é Carlos Eduardo de Mattos Bicudo, biólogo do Instituto de Botânica, que assinou o parecer técnico sobre a alga encontrada no sapato de Mizael. O objetivo da acusação é reforçar a compatibilidade da planta com a que existe na represa em Nazaré Paulista, onde o corpo de Mércia foi encontrado 16h17 Sessão recomeça após intervalo para almoço. Juiz chama nova testemunha de acusação 16h13 Ao deixar o fórum, o pai de Mércia Nakashima, Mario Makoto, disse que preferia comentar o interrogatório do filho Márcio depois, mas criticou as perguntas feitas pela defesa de Mizael. "Faltou respeito, o Márcio é um ser humano" 15h24 Com o fim do depoimento de Márcio Nakashima, juiz pediu pausa de uma hora. 14h47 Advogado pergunta desde quando Márcio não morava com a família. Márcio responde: "O que ele tem a ver com a minha vida?" 14h44 Márcio disse que recebeu a informação de que o boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de Mércia foi arquivado na 6º DP. 14h40 Advogado pergunta se Márcio tinha conhecimento de que Mércia ligou 248 para Mizael no mês de maio. Irmão disse que não sabia sobre o número de ligações, mas que sabia que eles tinham se falado. 14h30 Irmão de Mércia afirma que teve acesso ao notebook deixado na casa dos pais após desaparecimento de Mércia. 14h24 Márcio afirma que discussões sobre honorários entre Mércia e Mizael ocorreram também após 6 de maio de 2010. 14h21 Márcio afirma que só sabia que Mizael era fiador do novo escritório de Mércia depois que o relacionamento dos dois havia terminado. 14h09 Márcio Nakashima afirma ter visto Mizael retirar cartazes sobre desaparecimento de Mércia. 14h01 Após novo bate-boca, entre Márcio Nakashima e advogado Ivon Ribeiro, o juiz decide que intermediará as perguntas da defesa 13h53 A palavra é dada a Ivon Ribeiro, o terceiro advogado de Mizael Bispo 13h44 "O senhor viu o Mizael retirar algum cartaz de quando a Mércia estava desaparecida?", perguntou o defensor. Márcio responde que sim. Além disso, o advogado perguntou se Márcio chegou a tentar separar Mércia de Mizael. A testemunha disse que não 13h41 Wagner, segundo advogado de defesa de Mizael, perguntou a Márcio se ele presenciou ao vivo alguma briga entre Mércia e Mizael sobre honorários advocatícios. “Ao vivo nunca presenciei, só sei que Mércia ligava para ele para cobrar”, disse a testemunha 13h31 “Mizael levantou a mão e estava com uma arma”, afirmou Márcio sobre o encontro do réu na represa. Ele foi questionado pelo defensor Samir Haddad Júnior como tinha certeza que Mizael possuía uma arma naquele dia 13h27 Advogado Samir Haddad Júnior perguntou a Márcio sobre uma possível influência de Mizael no 190 (número de atendimento da Polícia Militar). “Você que está falando isso”, disse a testemunha. “Eu só falei que ele ficava sabendo do que acontecia na região” 13h18 Defesa de Mizael Bispo de Souza faz perguntas a Márcio Nakashima 13h13 Sessão é retomada no plenário com o depoimento de Márcio, que já dura mais de duas horas. Irmão de Mércia é a primeira testemunha de acusação a ser ouvida hoje 13h07 Márcio começa a discutir com os defensores de Mizael. "O seu depoimento não nos comove", ataca o advogado Ivon Ribeiro. Márcio respondeu: "Vocês são todos iguais, estão unidos". O juiz chegou a pedir ordem no plenário. Sem sucesso, ele pediu a interrupção das imagens do plenário 13h03 Questionado porque se envolveu tanto com o desaparecimento da irmão, Márcio respondeu: "Eu fiz o que qualquer um faria. Procurei minha irmã porque achava que iria encontrar. Procurei muito" 13h01 A testemunha reafirma que não tinha preconceito contra Mizael. Segundo a investigação, Mizael disse que era rejeitado pela família Nakashima por sua “cor parda”. “Isso é mentira. A gente jogava bola”, disse Mário já alterando o seu tom de voz. Ele é acalmado pelo magistrado e assistente de acusação 12h49 Márcio Nakashima, irmão de Mércia, passa a responder perguntas de Alexandre de Sá, assistente da promotoria e advogado da família. Juiz diz que não irá permitir perguntas repetidas 12h35 Os advogados de defesa mostram irritação com a informação do promotor Rodrigo Antunes de que vai passar a palavra ao assistente de acusação, Alexandre de Sá, que fará mais perguntas ao irmão de Mércia, Márcio Nakashima. Os defensores dizem que as questões formuladas até agora foram suficientes 12h34 Julgamento é retomado 12h31 Proibidos de falar com a imprensa, a família do réu e da vítima acompanham o julgamento no plenário. Divorciados, a mãe e o pai de Mércia, Janete e Mário, sentam em fileiras separadas. O pai e os irmãos de Mizael acompanham do outro lado do plenário 12h20 No intervalo do julgamento, um dos advogados de Mizael, Samir Haddad Junior, foi orientar a família do réu. O defensor disse que falta objetividade ao testemunho de Márcio e que vai questionar sobre a arma que ele disse ter visto em posse de Mizael 12h15 Segundo Márcio, Mizael conhecia a represa (local onde o corpo da Mércia foi encontrado). Juiz faz pausa de cinco minutos 12h13 Márcio contou ao promotor que se sentiu ameaçado por Mizael e por familiares dele. “Uma vez fomos perseguidos pelo Mizael. Tivemos que sair fugidos do bairro, porque ele estava armado”. Em outra ocasião, Márcio conta que seu tio chegou a ser ameaçado em sua barraca de ovos. “Agrediram, mas não levaram nenhuma moeda. Só falaram: sua família é muito folgada”, afirmou 12h05 Mizael dizia que se sentia rejeitado por Mércia e pela família. Questionado pelo promotor, Márcio recusou a versão do réu. “A Mércia gostava do Mizael, doutor. A nova postura dele [Mizael] separou os dois. Ele foi se transformando em um sujeito ciumento e possessivo” 12h Márcio explicou ainda que a família chegou a procurar informações no notebook de Mércia. Em um e-mail, enviado por Mizael à vítima, o réu diz que ela “terá um encontro com Deus”. O irmão disse que Mércia não tinha um novo relacionamento amoroso 11h52 Questionado pelo promotor se Mércia era uma pessoa difícil, Márcio explicou que a irmã não tinha inimigos. “A Mércia era a pessoa mais pacata. A única relação conflituosa na época era a dela com o Mizael" 11h50 Márcio explicou também que a família não estava feliz com os trabalhos da Polícia Civil de Guarulhos. “Ele (Dr. Olim) tratavam a Mércia como morta”, disse. Além de Mizael, no entanto, outros suspeitos foram investigados pelo delegado 11h42 A família passou a desconfiar de Mizael quando retornou ao 2º DP e encontrou o boletim de ocorrência arquivado. “Todos nós sabemos que Mizael tem amigos na polícia”. Após a orientação de um investigador, a família foi ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo 11h40 A testemunha conta que, no primeiro momento, chegou a pensar que Mércia havia sido sequestrada. “Liguei para Mizael, mas ele não me atendeu. Não desconfiei porque a gente não se falava mais” 11h38 “Eu não me conformo com a cara de pau desses advogados aqui (defensores de Mizael)”, disse Márcio. Nesse momento, um dos advogados pediu a intervenção do magistrado. Márcio chora muito durante o seu depoimento 11h30 Márcio confirma que no dia 23 de maio de 2010, dia do desparecimento de Mércia, a vítima chegou a receber ligações de Mizael. “Ela até desligou o celular depois para não atender” 11h28 Márcio relembra uma briga entre Mizael e Mércia no Fórum da Família, no centro de Guarulhos. Os dois brigavam muito por causa de honorários advocatícios. Segundo ele, o devedor era sempre Mizael. Mércia teria ligado várias vezes para o réu, pois tentava cobrar os honorários 11h19 Mércia foi então trabalhar com a irmã Claudia, em Guarulhos. “Não era para ele (Mizael) saber, mas ele descobriu de alguma forma”. Márcio disse ainda que funcionários do antigo prédio, onde o casal trabalhava, citaram que Mizael era “uma pessoa ruim” 11h16 Promotor pergunta sobre o que teria prejudicado o relacionamento de Mércia e Mizael. O irmão explicou que Mércia tinha planos de abrir um novo escritório, mas sem Mizael. “Quando separou, ele não aceitou. Nunca concordou” 11h12 Testemunha relembra a primeira briga que teve com Mizael. Segundo Márcio, durante um encontro na casa de praia da família, o réu deixou a arma dele em cima da mesa. “A partir desse dia, passei a não gostar dele” 11h08 Márcio conta que Mizael nunca foi hostilizado pela família como o réu defende. “Ele era bem recebido na casa da minha família. Mércia e Claúdia (irmã) fizeram um ‘aniversário’ para ele porque ele disse que nunca tinha tido uma festa de aniversário” 11h05 Promotor Rodrigo Merli Antunes inicia a fase de perguntas. Márcio se emociona ao falar sobre como ajudou Mércia a montar um escritório de advocacia com Mizael. “Comprei os móveis, sim. Incentivei, mas não sabia como ele era”, disse emocionado 11h01 Começa o depoimento de Márcio Nakashima. Ele cita a relação de Mizael e Mércia. "No começo era tranquilo, mas depois Mizael se transformou. Ele era muito ciumento e possessivo", disse 10h55 “Mizael pediu para ficar não com a intenção de constranger Márcio e os jurados”, disse um dos advogados do réu. Em resposta, o juiz disse que caso Mizael queria fazer alguma colocação durante o depoimento de Márcio poderá conversar com os advogados 10h53 Após posicionamento das partes, o magistrado indeferiu o pedido da defesa do acusado. Segundo Leandro Cano, a testemunha pode se “sentir temorosa com a presença do réu” 10h50 O primeiro a ser ouvido como testemunha de acusação nesta segunda é Márcio Nakashima, irmão da vítima Mércia. Antes de sua fala, Márcio pediu a saída de Mizael Bispo de Souza do plenário durante seu testemunho. A defesa rebateu o pedido já que Mizael é advogado. MP discorda e dá sua posição ao juiz 10h43 Conselho de Sentença formado: cinco mulheres e dois homens 10h37 Ainda durante sorteio, defesa gasta mais duas recusas. Jurado homem e outras duas mulheres são aceitos 10h35 Começa o sorteio dos jurados. Primeiro sorteado homem é aceito pelas partes. Segunda jurada é recusada pela defesa. Terceira é aceita pelo Ministério Público e defesa 10h31 De terno e gravata, o réu Mizael Bispo acompanha o sorteio dos jurados sentado ao lado de seus advogados. Ele também deve compor sua defesa e fazer perguntas às testemunhas 10h26 Juiz declara o início dos trabalhos e realiza o sorteio dos jurados 10h23 "Ao analisar as provas, senhores jurados, deixem de lado qualquer comoção social", diz juiz Leandro Cano às pessoas que podem compor júri. Ao todo, 19 moradores de Guarulhos foram chamados pela Justiça 10h20 Acompanhe ao vivo a transmissão do primeiro dia de julgamento do caso Mércia Nakashima, no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo 10h18 Do banco dos réus, ele promete roubar a cena do julgamento transmitido pela TV ao atuar como um dos estrategistas da tese que pretende absolvê-lo da acusação de matar sua ex-namorada no dia 23 de maio de 2010 em uma represa em Nazaré Paulista, cidade a 90 quilômetros de São Paulo 0h10 Com previsão para durar cinco dias, o julgamento do caso Mércia Nikie Nakashima começa nesta segunda-feira (11) com requintes de espetáculo protagonizado pelos acusadores e defensores do advogado Mizael Bispo de Souza, hoje com 42 anos 0h