Diretor de Cannes louva "vitalidade" dos cineastas latinos

Só o brasileiro Walter Salles e o mexicano Carlos Reygadas entraram na competição oficial, mas há outros latinos nas paralelas

EFE |

Divulgação
O ator belga Jérémie Renier e Ricardo Darín em "Elefante Blanco", do argentino Pablo Trapero
O diretor do Festival de Cannes, Thierry Frémaux, exaltou nesta quinta-feira (19) a "juventude e a vitalidade" dos cineastas latino-americanos, que neste ano estão presentes no certame com filmes do México, Argentina, Brasil e Colômbia.

"Vimos filmes interessantes do Chile, Uruguai e de outros países, mas era preciso manter certo equilíbrio", destacou à Agência Efe Frémaux.

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O brasileiro Walter Salles, com "Na Estrada", e o mexicano Carlos Reygadas, com "Post Tenebras Lux", são os nomes mais visíveis do Festival de Cannes 2012 por seus longas-metragens participarem da competição oficial.

No entanto, o também mexicano Michel Franco conseguiu colocar seu longa-metragem "Despues de Lucía" na seção Un Certain Regard, junto de "La Playa", do colombiano Juan Andrés Arango, e o filme coletivo "7 Dias em la Habana", dirigida por Benicio del Toro, o espanhol Julio Medem e o argentino Pablo Trapero, entre outros. Trapero também está presente na mesma categoria, com o filme "Elefante Blanco", interpretado por Ricardo Darín.

Leia também: "Na Estrada", de Walter Salles, briga pela Palma de Ouro em Cannes; veja lista

Fora da competição ainda serão exibidos "A Música Segundo Tom Jobim", do brasileiro Nelson Pereira dos Santos, e o longa de estreia do argentino Gonzalo Tobal, "Villegas", vencedor no ano passado da mostra Cinéfondation de Cannes, dedicada a curtas universitários.

Frémaux destacou a grande quantidade de filmes latino-americanos que participam "não só nesta edição do festival, mas em todas" e que permitem "viajar para diferentes mundos" dentro do mesmo continente.

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