Candidatos de GO defendem incentivos ao desenvolvimento

Benefícios contemplariam, a princípio, empresas de software e agroindústrias

Rodrigo Vianna, iG Goiânia |

Líderes nas pesquisas, Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB) vão defender – amanhã, durante sabatina na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) – o aumento do volume de incentivos fiscais à indústria goiana.

Seriam contemplados incentivos voltados às empresas de desenvolvimento de softwares e às agroindústrias.

O economista e professor José Luiz Miranda, porém, alerta para os riscos de queda de arrecadação com a ampliação dos incentivos fiscais. Para ele, a alternativa correta seria o investimento em infraestrutura.

“Da forma como se faz em Goiás, o governo está privatizando o ICMS. E como vai atrair mais empresas se não arrecada?”, questiona Miranda.

No plano de governo, Iris Rezende (PMDB) destaca a viabilidade da construção de um alcoolduto que inicie em Goiás em direção ao litoral. O objetivo é estimular o desenvolvimento das usinas de etanol locais.

A proposta do peemedebista é aproveitar programas já existentes, como o Fomentar e o Produzir, para facilitar as concessões de benefícios à indústria.

O plano de governo de Marconi Perillo (PSDB) também enfatiza a importância da concessão de incentivos para o desenvolvimento industrial.

O tucano acrescenta outras ações relevantes, como a redução da carga tributária, oferta de logística e disponibilidade de financiamentos.

Além dos incentivos, Jeovalter Correia, um dos coordenadores da campanha de Vanderlan Cardoso (PR), apresenta ainda uma proposta de criação de linhas de crédito no valor médio de R$ 20 mil às pequenas e médias empresas.

“Essa medida servirá para desburocratizar o acesso aos recursos. Vai funcionar como um cartão de crédito para empresas, mas a juros menores que os que estão no mercado”, explicou Correia.

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