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Wonarllevyston entra na Justiça e tira Marllon Branddon e Paullynelly Mell do nome

Wonarllevyston Garlan Marllon Branddon Bruno Paullynelly Mell (e mais quatro nomes, que foram retirados para preservar o garoto) agora responde apenas por Bruno Wonarllevyston (e mais dois nomes), segundo o cartório de Ilha Solteira, onde foi registrado ao nascer. O menino, de apenas 13 anos, conseguiu mudar o nome após provar na Justiça do Mato Grosso do Sul o constrangimento que isso lhe causava. Quer mudar de nome? http://poupaclique.ig.com.br/materias/165501-166000/165934/165934_1.htmlVeja como aqui

Redação |

Acordo Ortográfico Qualquer brasileiro pode entrar na justiça pela mudança de nome, desde que não use isso para evitar alguma responsabilidade e prove o constrangimento causado.

No caso de Wonarllevyston, menor de idade, quem entrou com uma ação na 2ª Vara da Fazenda Pública , foi a arrependida mãe Dalvina Xuxa. Ela entrou com uma ação em abril de 2007 e, já em agosto daquele ano, o juiz decidiu a favor do menino. Dalvina ajudou o filho a mudar de nome e foi menos criativa na segunda filha, Brenda.

Na ação da mudança de nome, a mãe disse que o nome de seu filho é fruto de diversas sugestões, especialmente de uma tia, mas que agora reconhece ter sido exagerado.  O menino disse que seus nomes lhe causavam transtornos, principalmente no ambiente escolar, mas gostaria de manter o  Wonarlevyston, já que é assim que ele é tratado por diversas pessoas.

Em sua decisão, o juiz Fernando Paes de Campo citou que as brincadeiras dos amigos lhe causam vergonha e desconforto, que Dalvina não foi orientada pelo cartório no ato do registro e que o nome ridiculariza pelos 'estrangeirismos' utilizados, tamanho excessivo e erros ortográficos.

O gosto por nomes diferentes é de família. De acordo com o cartório de Ilha Solteira, uma prima de Wonarllevyston chama-se Lindda Blue Junia Sharon Mell Melina Marla Cyndi (e mais quatro nomes). Ainda segundo o cartório, a menina ainda não entrou com ação para trocar ou reduzir seu nome.

A mudança foi feita de acordo com a Lei de Registros Públicos, que prevê a possibilidade de correção de erros nos assentos de registros civil. Porém, o juiz ressalva que o caso não se enquadra exatamente nesta lei, já que não foi apenas a grafia do nome que foi mudada. Pelo que registra a ação, a alteração do nome é sim vedada pela lei brasileira, a príncipio, mas a mudança pode ser feita em circunstâncias excepcionais.

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