Voo 447: Brasil nega acesso a autópsia, diz investigador

O chefe da investigação do acidente com o avião da Air France, Paul-Louis Arslanian, disse hoje que um médico francês foi impedido de participar das autópsias de algumas das vítimas do voo 447, que caiu no último dia 31 no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo, quando fazia o trajeto Rio de Janeiro-Paris. Arslanian afirmou também que os resultados das autópsias ainda não foram divulgados para o Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil (BEA, na sigla em francês).

Agência Estado |

Ele disse que "não estava contente" com a situação.

Porém, Arslanian acrescentou que autoridades judiciais francesas, que conduzem uma investigação criminal paralela, estavam presentes nas autópsias. A Polícia Federal (PF) do Brasil e autoridades médicas estaduais no Recife, que monitoram as autópsias, informaram em comunicado que dois investigadores franceses, um especialista em arcadas dentárias e um médico, acompanham os trabalhos como observadores desde 10 de junho.

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