Voo 447: ato ecumênico reúne cerca de mil no RJ

Cerca de mil pessoas participaram hoje de ato ecumênico em memória das 228 vítimas do acidente com o voo 447 da Air France, na Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. O ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, representando o presidente Nicolas Sarkozy, apresentou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao povo brasileiro os pêsames da França.

Agência Estado |

Segundo o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, que representava Lula, o presidente não foi ao ato porque chegou do exterior na madrugada de hoje: "Mas nosso sentimento é de solidariedade aos familiares das vítimas".

"A esperança é a última que morre, sem dúvida acredito num milagre", disse Marieta Parente, mãe de Marcelo, chefe de gabinete do prefeito Eduardo Paes. O pai do príncipe Pedro Luiz de Orleans e Bragança, Antonio de Orleans e Bragança, é menos otimista em relação às chances de encontrar sobreviventes: "A gente sempre tem fé, mas estamos prontos para o pior", disse ele.

A Air France alugou três ônibus para levar os familiares das vítimas para o culto, que reuniu representantes de diversas religiões: Católica, Ortodoxa, Anglicana, Presbiteriana Unida, Luterana, Assembleia de Deus, Judaica e Muçulmana. O representante de cada religião presente fez uma pequena homilia e, em seguida, as autoridades discursaram. O clima era de comoção dos parentes e muitos funcionários da Air France, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Aeronáutica foram prestar solidariedade aos familiares das vítimas.

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