Voo 447: ainda há esperanças de achar caixas-pretas, diz BEA

O diretor do Escritório de Investigações e Análises (BEA, sigla em francês) Jean-Paul Troadec, responsável pela investigação sobre o acidente do voo 447 da Air France entre Rio de Janeiro e Paris na madrugada de 1 de junho, afirmou nesta terça-feira que ainda acredita na possibilidade de encontrar as caixas-pretas do aparelho, perdidas no Oceano Atlântico.

AFP |

"Não se conduz uma operação tão importante, com somas tão importantes, sem ter a esperança de localizar o aparelho e as caixas-pretas", declarou Troadec durante uma entrevista coletiva no aeroporto Le Bourget, perto de Paris.

O BEA vai lançar uma nova fase de buscas submarinas "no início de fevereiro" e durante três meses. "Esta fase deverá custar 10 milhões de euros, financiados em partes iguais pela Airbus e pela Air France", destacou Troadec.

As caixas-pretas são essenciais para determinar as causas da queda do voo 47 entre Rio e Paris, que deixou 228 mortos.

Troadec reiterou que os medidores de velocidade Pitot, que falharam no A330 da Air France, não podem ser "os únicos responsáveis" pelo acidente.

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