Por Silvio Cascione

SÃO PAULO (Reuters) - A instabilidade provocada pela crise de confiança na Grécia diminuiu nesta terça-feira, com alta moderada do dólar em meio a ajustes em todo o mundo.

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SÃO PAULO (Reuters) - A instabilidade provocada pela crise de confiança na Grécia diminuiu nesta terça-feira, com alta moderada do dólar em meio a ajustes em todo o mundo.

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Volatilidade diminui e dólar fecha em alta de 0,34% ante real

Por Silvio Cascione

SÃO PAULO (Reuters) - A instabilidade provocada pela crise de confiança na Grécia diminuiu nesta terça-feira, com alta moderada do dólar em meio a ajustes em todo o mundo.

Reuters |

Por Silvio Cascione

SÃO PAULO (Reuters) - A instabilidade provocada pela crise de confiança na Grécia diminuiu nesta terça-feira, com alta moderada do dólar em meio a ajustes em todo o mundo.

A moeda norte-americana subiu 0,34 por cento, para 1,783 real. Enquanto o mercado brasileiro fechava, o dólar tinha alta de 0,43 por cento em relação a uma cesta com as principais divisas e o índice Reuters-Jefferies de commodities --referência do principal componente das exportações brasileiras-- caía 0,1 por cento.

O movimento era uma acomodação do mercado após o alívio da véspera, quando a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) acertaram um plano de 1 trilhão de dólares para proteger o euro em meio aos problemas fiscais na região.

Na segunda-feira, o dólar caiu 4 por cento ante o real --a maior baixa percentual em um ano e meio. Investidores estrangeiros, que acumulavam 8 bilhões de dólares em compras de moeda estrangeira nos mercados futuros e de cupom cambial no mês, devolveram quase 2 bilhões de dólares somente nesse dia.

Nesta terça, os ajustes ocorreram em uma sessão com volume reduzido. A poucos minutos do fim do pregão, o volume financeiro registrado na clearing (câmara de compensação) da BM&FBovespa não chegava a 1,7 bilhão de dólares, abaixo da média de 2,5 bilhões de dólares registrada até agora no mês.

"Foi bem tranquilo", disse o operador de câmbio de um banco nacional, que preferiu não ser identificado.

O Banco Central manteve a rotina e realizou um leilão de compra de dólares no final da sessão. Com as compras, as reservas internacionais do país já atingiam na segunda-feira 249,999 bilhões de dólares, maior nível da história.

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