BRASÍLIA - O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse nesta quarta-feira, durante homenagens prestadas em decorrência da morte do deputado licenciado Dr. Pinotti, que vai ¿vender bens familiares¿ para ressarcir os cofres do Senado, que por um tempo que ele não soube determinar, pagou o salário de um servidor de seu gabinete enquanto ele estudava em Barcelona.


Pedi para minha esposa vender bens nossos para quitar todo o dinheiro que o funcionário recebeu pelo Senado, disse. Ele ficou três meses estudando em Barcelona, voltou, ficou um mês aqui e depois foi de novo e ficou por um período bem mais longo, completou, pedindo que a Mesa Diretora lhe informe quanto tempo o servidor esteve no exterior.

Agência Senado
Arthur Virgílio durante sessão plenária. Fotógrafo: Geraldo Magela - Agência Senado
Arthur Virgílio durante sessão plenária

Virgílio ainda voltou a se defender do empréstimo que o ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, lhe concedeu quando teve dificuldades com seu cartão de crédito em Paris. De acordo com ele, um assessor pediu dinheiro a Maia sem seu consentimento. Mais tarde, esse assessor e outros dois amigos devolveram os recursos ao ex-diretor-geral, segundo a revista IstoÉ US$ 10 mil.

Virgílio se penitenciou pelo fato e disse que quitou a dívida com seus amigos com recursos obtidos em sua restituição de imposto de renda.

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