Acusado de matar psicóloga no Paraná é condenado a 18 anos

Paulo Estevão Lima responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Crime ocorreu em julho do ano passado

AE |

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O acusado de matar a psicóloga Telma Fontoura, de 53 anos, Paulo Estevão de Lima, de 44, foi condenado, na noite de quarta-feira (23), a 18 anos e nove meses de reclusão, em julgamento realizado em Matinhos, no litoral do Paraná. Ele respondeu processo por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A defesa de Lima disse que vai recorrer da sentença. Desde a prisão, ele nega qualquer participação no crime. 

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A vítima era filha do ex-secretário de Saúde do Paraná Ivan Fontoura e sobrinha do ator Ary Fontoura, que acompanhou o julgamento. Professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Telma passava férias no litoral paranaense e havia saído para caminhar no dia 11 de julho do ano passado.

Como não retornou para casa, a polícia foi acionada e começou as buscas ainda na noite daquele domingo. O corpo foi encontrado na manhã de segunda-feira enterrado em uma cova rasa na areia da praia do balneário de Shangri-lá. 

O corpo foi encontrado depois de informações dadas à polícia por testemunhas. A polícia prendeu Lima no dia 14, após ter encontrado vestígios de areia e vegetação de restinga nas calças que ele usava. O solado de um tênis que estava na casa por ele ocupada também corresponderia às pegadas deixadas na areia.

Um dos principais argumentos da acusação é o resultado do exame de DNA, feito em partículas encontradas em um toco de cigarro abandonado no local onde o corpo estava. As partículas coincidiram com material coletado de Lima.

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