Em carta, casal diz que é inocente http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/video_pode_provar_que_alexandre_nao_trocou_de_roupa_1263578.html Vídeo pode provar que Alexandre não trocou de roupa http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/isabella_promotor_agora_adota_cautela_e_critica_imprensa_1263557.html Promotor agora adota cautela e critica imprensa" / Em carta, casal diz que é inocente http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/video_pode_provar_que_alexandre_nao_trocou_de_roupa_1263578.html Vídeo pode provar que Alexandre não trocou de roupa http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/isabella_promotor_agora_adota_cautela_e_critica_imprensa_1263557.html Promotor agora adota cautela e critica imprensa" /

Vídeo mostra imagens de Isabella em supermercado no dia em que morreu

SÃO PAULO - As imagens de um circuito interno de segurança de um supermercado, localizado em Guarulhos, na Grande São Paulo, mostram a menina Isabella Nardoni, de 5 anos, no dia em que ela morreu. Isabella, no dia 29 de março, antes de ir para casa passou em um supermercado com a família. A defesa: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/03/em_cartas_pai_e_madrasta_de_isabella_afirmam_inocencia_1257049.html target=_topEm carta, casal diz que é inocente http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/video_pode_provar_que_alexandre_nao_trocou_de_roupa_1263578.html Vídeo pode provar que Alexandre não trocou de roupa http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/08/isabella_promotor_agora_adota_cautela_e_critica_imprensa_1263557.html Promotor agora adota cautela e critica imprensa

Redação com agências |

Perícia descarta sangue no carro

Antes de ser jogada pela janela, do sexto andar de um prédio na zona norte de São Paulo, a pequena Isabella Nardoni, de 5 anos, foi espancada e asfixiada dentro do apartamento, segundo conclusão dos peritos da Polícia Civil de São Paulo.

De acordo com o "Bom Dia Brasil", da TV Globo, os peritos afirmaram ainda que não encontraram sangue fora do apartamento de Alexandre Nardoni, pai de Isabella, nem na porta da residência, na maçaneta e no banco traseiro do carro do assessor jurídico.

Conforme a reportagem, as provas periciais, por enquanto, dão as seguintes pistas: o assassino, ainda não identificado, teria agredido e esganado a menina com as mãos dentro do apartamento, antes do último ato de brutalidade. Ontem pela manhã, nove dias depois do crime, peritos voltaram ao apartamento de Alexandre, com vistas a descobrir como o assassino feriu a testa de Isabella.

Na primeira perícia, os técnicos encontraram sangue no apartamento, mas o resultado dos laudos que vai apontar de quem é ainda não está pronto.

Segundo os peritos, havia marcas de sangue em vários pontos: no chão do hall de entrada do apartamento, em frente à porta da cozinha e no corredor que dá acesso aos três quartos. Pelo tipo de mancha, mostrou a reportagem, a vítima estava a cerca de um metro do chão conforme análise dos peritos.

A reportagem mostrou ainda que, com base nas provas técnicas, os peritos concluíram que o assassino de Isabella arremessou a menina pelo buraco da rede. No momento da queda, ela estava desmaiada.

Habeas-corpus

O advogado de Alexandre e de Anna Carolina Jatobá, Marco Polo Levorin, entrou com pedido de habeas-corpus na tarde desta segunda-feira. O pedido deverá ser analisado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a partir desta terça-feira.

Mais cedo, o advogado de Alexandre, Ricardo Martins, afirmou que as roupas encontradas no apartamento de Cristiane Nardoni, uma das irmãs de Alexandre, são de prestadores de serviço e não do pai de Isabella. O imóvel de Cristiane fica no mesmo prédio em que ocorreu o crime.

O caso

AE
Isabella era filha do consultor jurídico Alexandre Alves Nardoni e da bancária Ana Carolina Cunha de Oliveira que eram divorciados. A cada 15 dias, ela visitava o pai e a madrasta Anna Carolina Trotta Peixoto, estudante.

No sábado, dia 29 de março, a garota foi encontrada morta no jardim do prédio do pai. A polícia descartou, desde o princípio, a hipótese de acidente e acredita que a garota tenha sido assassinada. O delegado titular do 9º Distrito Policial Carandiru, Calixto Calil Filho, declarou que há fortes indícios de que ela tenha sido jogada da janela do apartamento por alguém.

O delegado destacou o fato de a tela de proteção da janela do quarto ter sido cortada e de ninguém ter dado queixa de desaparecimento de pertences no local.

(*com informações da Agência Estado)

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