Video game também é brincadeira de adulto

Mais da metade dos americanos maiores de 18 anos são usuários de video games e um em cada 10 joga diariamente, ou quase diariamente, segundo pesquisa divulgada domingo nos Estados Unidos.

AFP |

O estudo Pew Internet & American Life Project do Centro de Pesquisa Pew, com sede em Washington, revelou que 53% dos adultos americanos com 18 anos ou mais se divertem com video games, mas este percentual cai de acordo com o avanço da idade.

No total, 81% dos entrevistados de entre 18 e 29 anos jogam video games. O percentual desce para 60% entre os americanos de 30 a 49 anos, 40% entre 50 e 64 anos e 23% entre os adultos de mais de 65 anos.

Entre os entrevistados, 21% disseram que jogam todos os dias ou quase todos os dias.

A pesquisa mostrou que enquanto uma quantidade importante de adultos usa este entretenimento, 97% dos adolescentes consultados afirmaram ser usuários de video games e que os homens são mais propensos a utilizá-los que as mulheres (55% contra 50% para elas).

O nível de educação também influencia nestes dados: quanto maior o grau de instrução, maior o número de usuários, já que 57% dos que têm ao menos alguns estudos universitários jogam, 51% dos colegiais e 40% dos alunos do primário.

O conceito de video grame foi descrito para o estudo como jogar on-line em computadores fixos ou portáteis, consoles de video games, telefones celulares, agendas eletrônicas ou aparelhos portáteis de jogos.

O equipamento mais popular entre os adultos são os computadores e os notebooks, nos quais 38% deles jogam. Em seguida, aparecem os consoles de video games como Xbox, PlayStation ou Wii (28%), celulares e agendas eletrônicas (18%), depois os dispositivos de jogos portáteis (13%).

Entre os adolescentes, 89% disseram preferir os consoles e 76% estão inclinados a jogar no computador. Entre os adultos, apenas 23% afirmaram gostar mais do computador.

Em geral, os usuários de internet jogam muito mais (64%) que os não internautas (20%), e os pais jogam mais do que os casais que não têm filhos (66% contra 47%).

A pesquisa foi realizada com 1.102 adolescentes entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, e 3.117 adultos entre outubro e dezembro de 2007. A margem de erro é de 3%.

cl/mdl/lm/fp

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