USP vira rota de fuga e quer restringir tráfego

A Universidade de São Paulo (USP) quer proibir o acesso a seu câmpus de veículos sem vínculos com as atividades desenvolvidas no local. Dos cem mil carros, ônibus e motos que circulam diariamente pelos 4,7 milhões de metros quadrados da área da universidade, mais da metade (60%) está só de passagem.

Agência Estado |

Os problemas começaram depois que os congestionamentos na Marginal do Pinheiros levaram os motoristas a buscar rotas de fuga dentro da USP, como a paralela Avenida da Raia Olímpica. Agora, há horário de pico lá dentro, com engarrafamentos no início da manhã e no fim da tarde.

A confusão já é tanta que os agentes da Guarda Universitária têm sido obrigados a virar marronzinhos. "Eles desviam o trânsito e fazem bloqueios", explica o coordenador do câmpus, Antônio Carlos Massola. Já a área do velódromo se tornou pátio de estacionamento.

A USP ainda se viu obrigada a investir no recapeamento de avenidas. O serviço na Almeida Prado já começou e vai custar R$ 2 milhões. O da Luciano Gualberto ficou para o segundo semestre e o da Raia Olímpica, para 2011. As informações são do Jornal da Tarde.

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