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Trilha proibida até o mar desafia a fiscalização

Um friozinho de serra e a tranquilidade interiorana do extremo sul de São Paulo, em Parelheiros, contrastam com a agitação da metrópole. Chega-se assim ao Núcleo Curucutu, que integra o Parque Estadual da Serra do Mar.

Agência Estado |

De lá, sai uma antiga rota indígena que liga São Paulo a Itanhaém, no litoral sul, conhecida como Trilha de Santo Amaro ou do Rio Branco. A visitação pública à trilha não é permitida, mas muitos grupos desafiam a proibição. O governo estuda a abertura da trilha, porém só no longo prazo.

O percurso, de 18 quilômetros, é um dos mais longos do Estado. Apesar da proibição de visitação, a intocada vegetação nativa com cachoeiras e animais silvestres como onças, antas e capivaras atiçam a curiosidade de aventureiros. No dia 6, um grupo de 14 pessoas, incluindo um adolescente, foi encontrado pelos bombeiros após passar 53 horas na Serra do Mar. Eles haviam feito a trilha que liga a cidade de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, a Itanhaém.

O governo estadual triplicou a fiscalização no Parque da Serra do Mar há dois anos. Hoje são 3.106 postos de vigilância e 230 vigilantes. Além dos aventureiros, quadrilhas de palmiteiros buscam a mata. “A trilha está sendo estruturada, mas não é prioridade abri-la ao público. É uma questão bastante delicada, especialmente porque o caminho passa pelo território da Aldeia Indígena Guarani do Rio Branco”, diz Adriana Mattoso, gerente das unidades de conservação da Fundação Florestal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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