O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro decidiu hoje não pedir a permanência das Forças Armadas para a campanha pelo segundo turno. Neste momento, as tropas estão desmobilizadas e a Corte avaliou que não é necessário mantê-las no mesmo tipo de operação que ocorreu na campanha do primeiro turno, afirmou o presidente do órgão, desembargador Alberto Motta Moraes.

Porém, ainda não está decidida a participação dos militares no dia da votação.

Ele já conversou com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, e com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e disse que a situação é mais conturbada durante a campanha dos vereadores. Durante o primeiro turno, as tropas militares fizeram a segurança de 27 áreas perigosas em três municípios do Estado do Rio de Janeiro.

A capital fluminense teve 22 áreas ocupadas. Com 4,8 mil homens, o Exército montou a Operação Guanabara nas áreas consideradas de risco pelo TRE do Rio devido às denúncias de impedimento da entrada de candidatos e coação a eleitores por traficantes de drogas e integrantes de milícias.

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