Trem lotado em São Paulo está entre principais reclamações

SÃO PAULO - Em São Paulo, entre as principais reclamações dos usuários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) recebidas pela Ouvidoria estão a lotação dos trens, atendimento nos guichês e outros pontos das estações, o intervalo entre os trens, além da baixa velocidade de movimentação das composições. Em março, foram recebidas 463 manifestações de usuários, segundo a CPTM.

Agência Estado |

Foram 299 queixas, 12 elogios, 62 sugestões, 83 pedidos de informação e 7 expressões livres, sem conteúdo relacionado com a empresa.

Embora sem a violência física presenciada no Rio, os embarques em horários de pico nas estações mais lotadas da CPTM também envolvem tumulto e apreensão. Na Estação Brás, por exemplo, multidões aguardam a abertura das portas.

Agentes chegam a se afastar na hora do embarque e depois voltam para dar colocar para dentro quem bloqueia o fechamento das portas. Uma vez eu quis descer do trem e fui empurrada para trás, caindo em cima de uma mulher, conta a telefonista Fernanda Aparecida Sousa, de 29 anos.

A CPTM tem esquema especial para embarque em 26 estações mais movimentadas do sistema. É a Operação Plataforma, que conta com 300 agentes para orientar o embarque e garantir que os passageiros fiquem atrás da linha amarela de segurança na plataforma, explica o presidente da companhia, Sérgio Avelleda. Segundo ele, os agentes de embarque não são autorizados a empurrar os passageiros e muito menos retirá-los. Somente em casos extremos os agentes podem retirar um passageiro da estação, ressaltou o presidente. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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