O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) suspendeu na terça-feira o repasse de cotas do fundo partidário para o diretório regional do PMDB. Foi determinado ainda que o partido terá de devolver aos cofres públicos cerca de R$ 23 mil, aplicados de forma irregular.

As medidas são decorrentes da desaprovação de contas da legenda referente a 2002.

Segundo o tribunal, foram verificadas diversas irregularidades, como a não comprovação de receita proveniente de contribuições recebidas de parlamentares e o desrespeito ao limite máximo de gastos com pessoal dos recursos recebidos do fundo partidário. O PMDB é acusado de ter usado R$ 213.061,87 com pessoal, R$ 23.288,42 além do permitido. De acordo com o tribunal, a irregularidade já havia ocorrido em anos anteriores.

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