Tratamento ortomolecular ajuda prevenir disfunções sexuais, diz médico

Cansaço, estresse, depressão, insegurança e envelhecimento deixam os homens mais predispostos aos efeitos da apatia. Além desses fatores, a diminuição da testosterona também tem influência para a queda da libido.

Agência Estado |

De acordo com o médico ortomolecular Marcos Natividade, os medicamentos usados como "muletas" contra a impotência sexual resolvem momentaneamente o problema e não tratam a raiz. Segundo o médico, a reposição de nutrientes ajuda equilibrar o organismo, melhorando o interesse sexual.

"O organismo libera duas substâncias: uma que promove a ereção e outra que a inibe. O medicamento age justamente sobre a substância que a inibe, permitindo que o sangue irrigue os vasos e haja a ereção", explica Natividade. O especialista esclarece que, muitas vezes, a impotência está ligada ao desequilíbrio e o aumento de radicais livres no organismo.

Radicais Livres

A produção de radicais livres pelo organismo é algo natural, de acordo com a bióloga Íris Cabral, da Clínica Genesis, em Brasília. No entanto, em algumas situações, a concentração de radicais livres aumenta de forma desordenada no organismo. Tal alteração recebe o nome de estresse oxidativo e pode levar à infertilidade.

O distúrbio, para o homem, pode afetar a concentração e a motilidade do espermatozóide e, conseqüentemente, a habilidade fecundante. Isso acontece porque o espermatozóide tem capacidade limitada para defender-se da agressão oxidativa. A Sociedade Brasileira de Reprodução Humana indica que 40% dos homens inférteis têm geração excessiva de substâncias oxigênio-reativas.

AE

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