Tratamento humanizado surpreende paciente dinamarquês

Tratamento humanizado surpreende paciente dinamarquês Por Fernanda Aranda São Paulo, 29 (AE) - O dinamarquês Carsten Vitus, em seus 65 anos de vida, nunca havia entrado num hospital. E olha que a sua profissão, por ironia, é projetar unidades de saúde.

Agência Estado |

No fim do ano, escolheu São Paulo para passar as festas e ficar mais próximo de Daff, neta de 8 meses, fruto do filho Fleming, 41 anos, e uma brasileira. Foi por esses dias que ele estreou em um estabelecimento hospitalar, o brasileiro Sírio-Libanês, e concedeu a entrevista, ainda na unidade de UTI semi-intensiva, devido a uma broncopneumonia.

AGÊNCIA ESTADO - O hospital estava nos planos?

CARSTEN VITUS - Não era esse o propósito. Mas passei mal e, em uma situação de emergência, tinha que procurar ajuda médica. Tive medo e liguei para o seguro. Eles me tranquilizaram e indicaram o Sírio como uma referência importante.

AE - A medicina brasileira surpreendeu de alguma forma?

CARSTEN VITUS - Em termos de tecnologia e aparelhos médicos é igual ao que temos na Dinamarca. A diferença é o tratamento, muito mais personalizado e humano. Isso sem dúvida é diferente e surpreendeu.

AE - O sr. ainda não teve tempo de conhecer SP. Como descreveria essa viagem aos amigos?

CARSTEN VITUS - Sem brincadeira, foi especial. Conheci muitas pessoas de bem e interessantes. Coloquei minhas fotos na UTI no MySpace (rede de relacionamentos similar ao Orkut, com fotos e textos).

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