Polícia ouve sobreviventes de chacina no Paraná; dois suspeitos têm prisão decretada" / Polícia ouve sobreviventes de chacina no Paraná; dois suspeitos têm prisão decretada" /

Traficante pode ser mandante da chacina no PR, diz PF

SÃO PAULO - O delegado da Polícia Federal em Guaíra, no oeste do Paraná, Érico Ricardo Saconato, disse nesta quinta-feira que a polícia trabalha com a suspeita de que a chacina que acabou com a vida de 15 pessoas e deixou oito feridas teve como mandante e financiador um traficante e contrabandista brasileiro, que mora no Paraguai. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/09/23/policia_ouve_oito_sobreviventes_de_chacina_no_parana_1933605.html target=_blankPolícia ouve sobreviventes de chacina no Paraná; dois suspeitos têm prisão decretada

Agência Estado |

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"Ainda estamos trabalhando com essa informação, que foi repassada por populares", informou o delegado.

Ele destacou que a investigação a respeito da chacina é feita pela Polícia Civil. "Mas como se trata de uma pessoa ligada ao contrabando e ao tráfico de drogas em âmbito internacional, que está inclusive refugiada no Paraguai, estamos tratando isso na Polícia Federal, porque nos interessa esta investigação paralela", afirmou Saconato. 

Quinze pessoas morreram na chacina Quinze pessoas morreram na chacina na fronteira Paraná com o Paraguai / AE

"Mas ainda não temos nada de definitivo para divulgar." O responsável pelo inquérito na Polícia Civil, delegado Pedro Lucena, não estava hoje à tarde na delegacia. De acordo com investigadores, ele tinha ido ao Paraguai em companhia de repórteres.

Saconato disse que, no dia da chacina, parentes de vítimas e outras pessoas que imaginavam que familiares poderiam estar entre os mortos aglomeraram-se na entrada da chácara. "Vários comentaram em alto e bom som que isso era serviço de determinada pessoa, deram o nome dele", salientou.

"Inicialmente não ligaríamos um fato com o outro, mas agora estamos fazendo a investigação nesse sentido e a suspeita é forte." Segundo o delegado, a pessoa investigada já tem passagens pela Polícia Federal em Guaíra. "É imensamente mais capitalizada (que os acusados diretos da morte) e com mais recursos que os demais", disse.

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A cidade de Guaíra fica na fronteira entre Brasil e Paraguai

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