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TJ de São Paulo concede liberdade provisória para pichadora da Bienal

SÃO PAULO - O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo concedeu nesta quinta-feira liberdade provisória para a estudante Caroline Pivetta da Mota. Caroline estava presa há mais de 50 dias depois de ter pichado o andar da 28ª Bienal de Artes de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa do TJ, o alvará de soltura da estudante já foi expedido e um oficial de Justiça irá levar até ela na sexta-feira. A Justiça de São Paulo já havia negado por duas vezes o pedido de liberdade de Caroline.

Redação com Agência Estado |

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De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo, o alvará de soltura ainda não chegou até Caroline. Como o expediente já foi encerrado, Caroline só deixará a prisão na sexta-feira, informou a assessoria.

Após ser detida pelos seguranças, a garota foi levada ao 36º Distrito Policial (Paraíso) e três dias depois foi presa na Penitenciária Feminina SantAna, no Carandiru.

Ré primária, Caroline dividiu a cela com uma detenta. Seu companheiro de grupo, o taxista Rafael Martins, de 27 anos, também foi preso, mas liberado após sete dias.

Os dois ainda podem responder processo por destruição de prédio público, com pena de um mês a dois anos de prisão. A acusação pode agravar porque o prédio é tombado.

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