Por dois votos a um, o Tribunal de Justiça (TJ) paulista confirmou o nesta quinta-feira habeas-corpus que libertou, em dezembro passado, Caroline Pivetta da Mota, acusada de pichar as paredes da 28ª Bienal de Artes de São Paulo.

Analisaram o mérito da decisão os desembargadores o relator do caso, Fernando Matallo, Fernando Torres Garcia e Hermann Herschander.

A pichação foi feita em 26 de outubro de 2008 e rendeu 53 dias de detenção para Caroline. Em razão do ato, o Ministério Público (MP) a denunciou por formação de quadrilha e deterioração ou destruição de bens protegidos por lei.

Em janeiro deste ano, a jovem tornou a ser presa, dessa vez por supostamente tentar furtar DVDs de uma loja no Itaim Bibi, na zona sul da capital paulista. Cinco dias depois, o Departamento de Inquérito Policial mandou soltá-la.

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