O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou hoje as contas do governo federal referentes ao ano de 2007, mas fez críticas ao crescimento dos chamados Restos a Pagar, que correspondem às despesas formalmente empenhadas pelo governo em um ano, mas que não chegam a ser efetivamente executadas ou pagas. De acordo com o relatório do ministro Benjamin Zymler, o volume total de Restos a Pagar cresceu de R$ 43,9 bilhões em 2006, para R$ 62,2 bilhões em 2007, o que Zymler qualificou de um orçamento paralelo.

O estudo feito pelo TCU mostra também que o ritmo de execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em seu primeiro de execução (2007), foi de 29,6% no total. Esse ritmo foi considerado pelo TCU "muito baixo", mas "natural" para um primeiro ano. "O PAC está em período de aquecimento, está se iniciando, e a gente espera que em 2008 isso avance", afirmou Zymler.

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