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Suspeita sobre conselheiros do TCE do Rio começou em operação da Polícia Federal

A Proposta de Emenda Constitucional que cria o Tribunal Estadual de Contas dos Municípios surgiu na esfera do trabalho da CPI da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que apura casos de corrupção no Tribunal de Contas do Estado. As denúncias envolvem três dos sete conselheiros e diversos funcionários, num esquema de propinas destinadas a aprovar as contas das administrações municipais.

Rodrigo de Almeida, iG Rio de Janeiro |


No epicentro das denúncias está o ex-presidente do tribunal, José Gomes Graciosa, cujo patrimônio cresceu de R$ 660 mil, declarados em 2000, para R$ 3 milhões, em 2006.

O inquérito aberto pelo Ministério Público para investigar a evolução patrimonial do ex-presidente do TCE sugere que o patrimônio de Graciosa estaria no patamar de R$ 6 milhões. Outros conselheiros, José Nader e Jonas Lopes, além de funcionários, também são citados nas denúncias à CPI, presidida pela deputada Cidinha Campos (PDT). Nenhum deles quer falar sobre o assunto.

Os três conselheiros foram investigados pela Polícia Federal na Operação Pasárgada, por suposto envolvimento com fraudes cometidas por prefeitos municipais. Nader e Graciosa foram indiciados pela PF em abril do ano passado. O primeiro é acusado de peculato (corrupção cometida por servidor público), advocacia administrativa e formação de quadrilha. Graciosa é suspeito de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e formação de quadrilha.

A CPI deveria encerrar os trabalhos no fim do ano passado, mas teve seus trabalhos prorrogados por mais dois meses, com base no volume de dados apurados pela Polícia Federal para o indiciamento dos acusados.

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