Surfistas pegam ondas de um metro no Paranoá

No Paranoá é disputado um dos campeonatos brasileiros de Wakesurf

Severino Motta, iG Brasília |

Se o lago Paranoá não tem ondas, que as façam. Com esse espirito, esportistas e fãs do mar trouxeram para o lago alternativas ao surf, mas sem dispensar a prancha. Popular em Brasília, as modalidades de Wakesurf, Windsurf e Kitesurf vêm ganhando espaço, num local em que há até mesmo um campeonato brasileiro.

Para quem não conhece as modalidades, a mais fácil de se lembrar é o Windsurf, em que uma vela é acoplada à prancha, permitindo que mesmo nas águas calmas de um lago, o vento impulsione o esportista, que consegue se deslocar por toda a “baía” brasiliense. Noutra modalidade, o Kitesurf, o praticante segura uma espécie de pipa, que lhe arrasta com a prancha sobre as águas do Paranoá.

Nehil Hamilton (Divulgação)
Campeonato Mormaii de Wakesurf e as ondas artificiais no Paranoá

Há também o Wakesurf. Para tal modalidade é dedicado um campeonato brasileiro, organizado no lago anualmente pela Mormaii, que já fez um morador de Brasília, Juliano Degrazia, bi-campeão, e traz para a cidade nomes de peso do surf tradicional, como Fábio Gouveia, que já venceu um campeonato mundial e Carlos Burle, campeão mundial de ondas grandes.

É justamente na categoria que as ondas de um metro aparecem no lago. Elas são criadas por lanchas que arrastam os competidores. Ao soltar a corda, o surfistas passa a mandar suas manobras nas elevações deixadas no rastro da embarcação.

Outra modalidade que ganha força no DF é o Stand-Up Paddle, em que o surfista vai em pé em cima de um pranchão e, com auxílio de um remo participa de provas que chegam a longas distâncias.

    Leia tudo sobre: paranoálagowakesurfcampeonato

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG