STJ mantém prisão preventiva contra de acusados de pedofilia em Roraima

RORAIMA - A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recusou o pedido de habeas-corpus para dois suspeitos de participação em uma rede de pedofilia do Estado de Roraima.

Redação |

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Os dois envolvidos foram presos durante as investigações da Operação Arcanjo, da Polícia Federal. A representação do Ministério Público (MP) foi feita após o recebimento de um relatório do Conselho Tutelar de Boa Vista, que falava sobre o tráfico de drogas e a exploração sexual de meninas a partir de 10 anos. Uma delas, de 13 anos, deu o seu depoimento sobre os crimes.

O processo incluiria ainda uma autoridade do Estado e outras duas pessoas, entre elas uma mulher acusada de aliciar os menores. Segundo informações do processo, um dos acusados já foi condenado a 21 anos e seis meses de reclusão por crimes parecidos.

O MP ainda fez duras críticas ao comportamento dos acusados, em especial da autoridade pública envolvida ¿ e não identificada na nota à imprensa - que aparece em uma filmagem com duas crianças menores de 7 anos.

A nota do MP também ressaltou que a credibilidade dos órgãos de segurança pública do Estado e da própria Justiça são afetadas com casos desse tipo, devido a necessidade de proteção e amparo às crianças e adolescentes.

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