SÃO PAULO - A paralisação da Polícia Civil do Estado de São Paulo começou no dia 16 setembro, devido a reivindicações de reajuste salarial. Desde então, os policiais e o governo não chegaram a um consenso sobre as negociações, nem sobre o número que policiais que aderiram à paralisação. " / SÃO PAULO - A paralisação da Polícia Civil do Estado de São Paulo começou no dia 16 setembro, devido a reivindicações de reajuste salarial. Desde então, os policiais e o governo não chegaram a um consenso sobre as negociações, nem sobre o número que policiais que aderiram à paralisação. " /

SSP e Sindicato divergem sobre número de policiais que aderiram à greve da Polícia Civil

MARGIN: 0cm 0cm 0ptSÃO PAULO - A paralisação da Polícia Civil do Estado de São Paulo começou no dia 16 setembro, devido a reivindicações de reajuste salarial. Desde então, os policiais e o governo não chegaram a um consenso sobre as negociações, nem sobre o número que policiais que aderiram à paralisação.

Redação |

Acordo Ortográfico De acordo com informações do presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), João Batista Rebouças, metade do efetivo aderiu à greve na cidade de São Paulo, algo em torno de 53%. Segundo Batista, o número só não é maior porque os profissionais sofreram retaliações e ameaças de autoridades.

Já no interior, o presidente do Sipesp diz que quase todo o efetivo está mobilizado. Cerca de 97% dos policiais do interior estão engajados na greve, disse.

Apesar dos números do sindicato, segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), a situação é diversa. No interior, há menos de 40% dos policias parados e em São Paulo, menos de 30% do efetivo aderiu à greve.

De acordo com Batista, a categoria pede um aumento salarial de 60%, melhores condições de trabalho e que as gratificações sejam incorporadas ao salário. Ele ainda disse que o governo não aceitou negociar: Até propusemos que os aumentos fossem dados anualmente. Seriam 15% neste ano, 12% em 2009 e 12% em 2010, mas nem isso quiseram aceitar, completa.

Segundo a Secretaria de Gestão, são os sindicalistas que prejudicaram o diálogo, ao abandonar as negociações e iniciar a greve. Ainda de acordo com informações do governo, o Estado propôs um conjunto de medidas que não foi aceito pelos policiais parados.

O governo paulista  diz que o diálogo será retomado apenas quando a paralisação terminar. Do outro lado, os policiais garantem que a greve só acaba quando seus pedidos foram aceitos.

Quanto ao atendimento nas delegacias, o presidente do Sipesp diz que apenas as emergências são atendidas. Ele informa que 70% dos boletins registrados não são ocorrências criminais. Ainda segundo o sindicalista, não houve problemas com a população por causa da mudança no atendimento, pois a maioria apoia a greve.

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