Suspeito de estupro em igreja de Limeira (SP) tem a mão decepada

Dependente químico é suspeito de estuprar missionária de 48 anos. Ao voltar para suspostamente matá-la, é agredido por populares

iG São Paulo |

Eduardo Pereira Neto, de 35 anos, teve a mão esquerda decepada por populares na cidade de Limeira, interior de São Paulo, após ser acusado de estuprar uma missionária de 48 anos.

Segundo informações do escrivão Reginaldo Bernardo, da Delegacia da Mulher, responsável pelo caso, por volta das 8h30 da última segunda-feira, Neto, acompanhado do chefe de cozinha André Luís Ferreira da Silva, também de 35 anos, invadiu uma igreja evangélica Assembléia de Deus, no bairo de Beira Rio, zona rural da cidade.

Conforme a denúncia da missionária, que era a única pessoa no templo no momento do assalto, ela foi amarrada e estuprada por Neto, enquanto Silva permaneceu do lado de fora. Os dois fugiram levando R$ 500, dois relógios e dois celulares. Mas antes o suspeito teria ameaçado-a de morte caso o denunciasse.

No mesmo dia, a vítima procurou a polícia, realizou exames no Instituto Médico Legal (IML) e registrou Boletim de Ocorrência. "Tomando conhecimento da denúncia, ele voltou para matar a vítima ontem com um facão", afirma Bernardo.

Na entrada, porém, segundo a polícia, ele foi interceptado por um vigia do templo e os dois entraram em luta corporal. O barulho chamou a atenção de populares que foram ao local e também começaram a agredir o suspeito. Na confusão ele teve a mão decepada pelo facão.

Ainda assim, a polícia afirma que ele tentou fugir pulando a ponte do rio Piracicaba, e chegou a nadar, mas não conseguiu ir longe porque sangrava muito. Ele foi resgatado por bombeiros e encaminhado ao pronto-socorro local, onde passou por atendimento, e seguiu para a Centro de Detenção Provisória (CDP) da cidade.

O outro suspeito pelo roubo foi preso pela polícia em uma clínica para dependentes químicos na cidade. Conforme o escrivão, Neto e Silva são do Guarujá, litoral sul paulista, e estavam em Limeira para passar por tratamento contra o vício em drogas.

O 4º DP do município instaurou um novo inquérito para insvetigar quem decepou a mão do suspeito.

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