Skinhead suspeito de matar punk em briga é indiciado por homicídio

Em depoimento à polícia, Guilherme Lozano nega o crime. Johni Raoni foi esfaqueado durante briga em frente a um bar em Pinheiros, zona oeste de São Paulo

iG São Paulo |

A Polícia Civil indiciou, nesta terça-feira, Guilherme Lozano Oliveira, de 20 anos, suspeito de ter matado o estudante punk Johni Raoni Falcão Galanciak, de 25, após uma briga entre grupos punks e skinheads em São Paulo. A delegada da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerânciado Decradi (Decradi), Margarette Correa Barreto, afimou que Guilherme responderá por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

A briga ocorreu na madrugada do dia 4 em frente a um bar, na Rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Após ser reconhecido por testemunhas, o jovem skinhead foi preso teve a prisão temporária decretada. Segundo Margarette, em depoimento à polícia, Guilherme afirmou no depoimento que estava no local da briga, mas que não teria matado Galanciak, seu ex-amigo.

Briga

A briga ocorreu em frente ao bar Carioca Club, onde seria realizada a apresentação da banda punk inglesa Cook Sparrer. O boletim de ocorrência registrado no 14° DP, de Pinheiros, afirma que policiais militares chamados ao local viram um tumulto envolvendo cerca de 200 pessoas e pediram apoio.

Quando as facções se encontraram, segundo a PM, começou uma briga generalizada que só foi dissipada com a chegada de policiais do 23º Batalhão da Polícia Militar. Após a multidão se dispersar apenas oito pessoas e os dois feridos permaneceram no local. Os policiais disseram não terem presenciado as agressões, não podendo identificar os participantes da briga.

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