Sindicato diz que todas as distribuidoras operam normalmente em São Paulo

Apesar das operações, muitos postos permanecem sem combustíveis na capital. Total abastecimento deve ocorrer entre três e cinco dias

iG São Paulo |

CARLOS PUPO/AE
Posto sem combustíveL aguarda chegada do caminhão-tanque nesta quinta, na zona leste de SP

O Sindicom, representante nacional das distribuidoras de combustíveis, afirmou nesta quinta-feira que, desde a madrugada, as empresas operam normalmente em todas as bases de distribuição de São Paulo. Ainda segundo a entidade, "embora a Polícia Militar continue disponibilizando escoltas, as entregas de combustíveis estão sendo feitas sem proteção policial". Apesar das operações, muitos postos de gasolina permanecem sem combustível na capital. O pleno abastecimento deve acontecer no prazo de três a cinco dias, prevê o sindicato.

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Como divulgado pelo Sindicam-SP, entidade que representa os transportadores de combustíveis, eles voltariam ao trabalho nesta madrugada, apenas sob escolta da Polícia Militar . Porém, já no início da manhã caminhões-tanque foram vistos deixando as distribuidoras sem segurança. Segundo a PM, a situação já está mais calma nas empresas e que não há a presença de manifestantes nos locais.

A escolta, por exemplo, não foi requisitada pelos funcionários do terminal de distribuição da Petrobrás Distribuidora S/A (TESPA), na avenida Almirante Delamare, no Ipiranga, zona sul de São Paulo. Ao contrário do início da madrugada, quando a distribuidora Rayzen Combustíveis, uma das principais do Estado, solicitou a presença da polícia. Várias viaturas da Força Tática e da 2ª Companhia do 46º Batalhão estavam em frente à distribuidora e faziam a segurança dos funcionários.

Cristiano Novais/CPN
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Fim da greve

Após uma reunião com dirigentes das entidades que representam os caminhoneiros, ficou combinado que os motoristas iriam cumprir a determinação judicial, mas que só sairiam os pátios no Ipiranga, em Barueri, Guarulhos e São Caetano do Sul, na região metropolitana, com escolta. Para tanto, o Sindicam-SP protocolou um pedido formal no Comando Geral da PM.

A categoria cruzou os braços em protesto contra a medida da Prefeitura de São Paulo que restringe a circulação de caminhões na Marginal do Tietê e outras 25 vias da cidade nos horários de pico. Como consequência, os postos da capital começaram a ficar sem combustível. Ontem, com o retorno do trabalho de alguns dos caminhoneiros autônomos, apenas dois milhões de litros, 5% do combustível que é vendido diariamente na capital, foram deixados nos postos de gasolina. 

Veja abaixo o mapa das restrições no trânsito em São Paulo (clique em cada ponto para entender a restrição):

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