Serviço funerário decide manter greve em São Paulo

Trabalhadores fizeram uma assembleia em frente à Prefeitura, e decidiram que greve continua até, pelo menos, segunda-feira (5)

iG São Paulo |

O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias do Município de São Paulo (Sindsep), que inclui os funcionários do serviço funerário, decidiu nesta quinta-feira manter a greve pelo menos até a próxima segunda-feira (5). A categoria está paralisada desde o início desta semana . A assembleia para decidir os rumos da greve foi realizada em frente à Prefeitura de São Paulo, no centro da cidade.

AE
Funcionários do serviço funerário se reúnem no centro de São Paulo e decidem continuar greve

Os servidores municipais pedem reajuste salarial de 39%, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Atualmente, o salário inicial dos servidores está em torno R$ 440. Ainda não foi divulgado um balanço de quantas agências funerárias foram afetadas pela paralisação.

Essa é a segunda paralisação neste ano do serviço funerário e grandes cemitérios de São Paulo enfrentam problemas com sepultamentos e retirada de corpos dos hospitais . Cerca de 1.366 funcionários (faxineiros, sepultadores e motoristas) estão em greve desde terça-feira (30). Segundo a Secretaria Municipal de Serviços, novas contratações foram realizadas, nesta tarde de quarta-feira, para aulixar o andamento nos principais cemitérios da cidade.

A Prefeitura afirmou, em nota, que "considera inadmissível e repudia a paralisação, que é considerada ilegal pela Justiça, por tratar-se de serviço essencial à população". O governo ainda alega sempre ter mantido o diálogo com os representantes dos servidores e considerou essencial o apoio da Guarda Civil Metropolitana. "O apoio da GCM e de funcionários terceirizados foi fundamental para que mantivéssemos os serviços de traslado e sepultamento".

*Com informações da AE

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