Homens detidos são suspeitos de participar, ao lado de outras 13 ou 14 pessoas, de assalto a loja do Morumbi Shopping, na zona sul

Agentes da Delegacia de Repressão a Roubo de Joias (DRRJoias) do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) prenderam nesta quarta-feira dois homens suspeitos de participação no roubo a joalheria Dryzun, dentro do Morumbi Shopping, na zona sul de São Paulo, no dia 7 deste mês . Os policiais não localizaram objetos roubados da joalheria.

nullSegundo o delegado Júlio César Teixeira, novo titular da DRRJoias, as informações obtidas com os suspeitos apontam para a participação de 15 ou 16 pessoas no ataque. "Pelo que vimos, eles não tinham nenhum relação com outros roubos a joalherias do ano passado. Temos informações que um grupo de ladrões da zona sul e da zona leste se juntaram para realizar esse roubo. Mas foi uma burrice. Pelo que foi levado, calculamos que cada um do grupo ficaria com cerca de R$ 1,5 mil no máximo. A quadrilha já está mapeada. Estamos trabalhando para localizá-los agora", disse.

A polícia acredita que apenas parte das joias teria sido vendida. O restante estaria nas mãos dos líderes do ataque, que aparentemente não estariam conseguindo um valor "interessante" para a mercadoria. O objetivo é identificar quem receptou os produtos.

Foram presos o ajudante José Adriano de Oliveira França, o Tio, de 27 anos, e do servente Igor da Silva Oliveira, de 31, que era foragido desde 28 de dezembro do ano passado, quando abandonou a prisão aproveitando o benefício da saída temporária.

Na casa de Oliveira, localizada no bairro Pedreira, na zona Sul, os policiais apreenderam uma pistola .40 e uma porção de cocaína. Também encontraram um caderno contendo anotações típicas de contabilidade do tráfico.

A equipe deteve França na favela Vietnã, na região da Vila Santa Catarina, também na zona sul. Os policiais não localizaram objetos roubados da joalheria.

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