Polícia ouve família de aluno que atirou em professora e se matou

Menino de 10 anos atirou contra a professora e se matou usando a arma do pai, o guarda civil metropolitano Milton Nogueira

Carolina Garcia, iG São Paulo |

Diogo Moreira/Futura Press
Família do aluno que atirou em professora e se matou chega para depor

A família de D.M.N. presta depoimento na manhã desta quarta-feira no 3º Distrito Policial de São Caetano do Sul, região da Grande São Paulo. O menino, de 10 anos, atirou contra a professora Rosileide Queiros Oliveira na última quinta-feira (22) e, em seguida, se matou . O pai de D., o guarda civil metropolitano Milton Nogueira, a mãe, Elenice Nogueira, e o irmão, Gleison Nogueira, chegaram à delegacia por volta das 9h, escoltados com a ajuda da Guarda Civil Metropolitana.

O depoimento estava marcado para começar 10h, mas família chegou mais cedo e já é ouvida pela delegada Lucy Mastellini Fernandes. Houve confusão com parte da imprensa que estava no local e, assustada, a família entrou sem dar declarações.

Investigações

A delegada Lucy trabalha com duas linhas de investigação sobre o caso . Uma hipótese é de que o crime tenha sido premeditado e outra de que foi uma “brincadeira que não teria dado certo”. Na segunda-feira (26), a diretora da escola, Márcia Gallo, prestou depoimento e contou que foi informada da possível brincadeira. Depois do crime, um aluno da sala de D. teria pedido aos pais para retornar à escola e conversar com a psicóloga. Para ela, teria dito que tudo foi uma brincadeira que não deu certo.

Na semana passada, outro aluno da sala de D.M.N. deu uma versão contrária e disse que o menino teria contato que tinha a intenção de matar a professora. A delegada explica que vai ouvir, semana que vem, a psicóloga da escola e os colegas de turma de D. para saber o que o menino disse aos colegas e checar as duas versões.

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