Polícia não vê relação em atentados no litoral paulista

Ao menos nove pessoas ficaram feridas e outra morreu em série de crimes

iG São Paulo |

Após a série de atentados ocorridos na Baixada Santista, em São Paulo, que deixaram ao menos nove pessoas feridas, e um morto, a Polícia Civil não descarta hipótese alguma para explicar o ocorrido.

De acordo com o delegado titular do caso, Luiz Henrique Ribeiro Artacho, os atentados não têm relação entre si. “Mobilizamos todo o departamento de investigações para apurar esta série de crimes. Não podemos afirmar que os casos tenham algum tipo de relação entre si. Os calibres das armas são diferentes”, afirma. Ainda segundo o delegado, durante esta semana foi apreendido um veículo que pode ter sido usado em um dos ataques.

Os crimes tiveram início na madrugada de sábado para domingo, e a violência maior ocorreu na Rua Pindorama, no bairro do Boqueirão, quando Paulo Roberto Barnabé, de 34 anos, foi alvejado com um tiro do tórax e, mesmo tendo sido levado ao Pronto-Socorro Central, não resistiu ao ferimento. Um outro rapaz, ainda não identificado, levou seis tiros (dois no tórax, dois no abdome e dois no braço direito), mas permanece vivo.

Em reunião realizada nesta semana com os comandos das Polícias Civil e Militar, ficou estabelecido que haverá um reforço nas rondas ostensivas em toda a região. "Reforçaremos nossas ações nos municípios de Santos, São Vicente e Praia Grande", anunciou o comandante da PM, Sérgio Del Bel. Ele fez questão de tranquilizar a população, ao afirmar que as ocorrências registradas no fim de semana não passam de casos isolados, mas que, de qualquer forma, a PM estará vigilante.

*Com AE

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