Em depoimento, o pai do menino que morreu afirmou que homens saíram do carro e atiraram contra seguranças que faziam a escolta de um caminhão de bebidas

A polícia civil acredita que a troca de tiros que resultou na morte de João Gabriel da Silva Lima, de 9 anos, na tarde de quinta-feira (15), na região do Grajaú, zona sul de São Paulo, foi resultado de uma tentativa de execução dos dois seguranças que faziam a escolta de um caminhão com cerveja. A hipótese ganhou força depois do depoimento do pai de João Gabriel, João Félix.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), por volta das 13h30, João Celestino da Cruz, de 52 anos, e um ex-policial de 20 anos realizavam a escolta do caminhão em carro modelo Monza azul. Quando se preparavam para deixar o local - após entregar as bebidas em um estabelecimento e ter recolhido o dinheiro do produto - um veículo Stilo vinho parou ao lado.

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Segundo a polícia, João Félix afirmou ter visto homens encapuzados saírem do Stilo, seguirem diretamente para os dois seguranças e efetuarem os disparos. Um dos seguranças, João Celestino da Cruz, 52 anos, morreu.

O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até o momento, ninguém foi preso.

João Gabriel vai ser enterrado no sábado (17), no cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da cidade.

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