PM espera pelo menos 30 mil pessoas no Vale do Anhangabaú

Local terá transmissão do jogo do Brasil em telão e encerramento com show do grupo Fundo de Quintal

Agência Brasil |

São Paulo - Não fosse pelas insistentes cornetas e por alguns poucos fogos de artifícios, a disputa entre Brasil e Costa do Marfim teria provocado poucas mudanças na rotina do paulistano. Por acontecer em um domingo, o movimento nas estações de metrô, trens e nos pontos de ônibus foi tranquilo, mesmo com a SPTrans, o Metrô e a CPTM mantendo o esquema utilizado em outros finais de semana.

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Torcedores esperam o início do jogo no Vale do Anhangabaú

No Vale do Anhangabaú, os interessados em assistir à partida por meio dos três telões de alta definição montados pela prefeitura e pela iniciativa privada chegaram cedo, aproveitando o dia de sol, com temperatura em torno dos 25 graus Celsius (ºC). Duas horas antes do começo da partida, uma grande quantidade de pessoas já se aglomerava na área reservada ao evento.

"A gente ia ver o jogo em casa, sozinhos, mas quando ficamos sabendo que ia ter isso aqui, de graça, decidimos vir dar um passeio", disse o auxiliar de serviços gerais Osmarino de Jesus, que veio de Itapevi para assistir ao jogo com a namorada, mas pretendia deixar o local antes do fim da partida. "É mais tranquilo para voltar pra casa", concluiu.

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Torcedor pinta o rosto para assistir Brasil x Costa do Marfim
A expectativa da Polícia Militar era de que ao menos 30 mil pessoas compareçam ao Vale do Anhangabaú. A segurança do evento, que será encerrado com um show do grupo Fundo de Quintal, será feita por 300 policiais militares e metropolitanos e cerca de 200 seguranças particulares.

Houve também quem optasse por não assistir ao jogo. Caso do estudante Luís Henrique da Conceição. Uma hora antes do jogo ele aguardava na Estação da Sé pelo metrô com destino à Avenida Paulista, onde se encontraria com uma turma de amigos. "Vamos aproveitar a calçada vazia para andarmos de skate. A esta hora, mesmo aos domingos, costuma ser difícil manobrar [praticar o esporte] lá".

Já o taxista Paulo Prado da Silva decidiu trabalhar durante o jogo. Com uma televisão instalada no painel do carro, ele esperava por possíveis passageiros em um ponto de táxi de Perdizes. "Sempre tem alguém precisando sair por causa de um compromisso, para viajar, ir a um hospital. E a concorrência é menor, já que tem menos táxis rodando. Aqui eu vejo o jogo e ainda posso ganhar mais algum [dinheiro]".

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