Piscinões não saem do papel em Franco da Rocha, em SP

Falta de investimentos em canalizações é fator fundamental para a cidade

AE |

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Dos 41 piscinões previstos para diminuir as cheias nas cidades de Franco da Rocha, Francisco Morato e no bairro de Perus, na zona norte de São Paulo, apenas um foi construído. Os reservatórios foram planejados na revisão do Plano de Macrodrenagem da Bacia do Alto Tietê, para armazenar 4,6 milhões de m³ de água na Bacia do Médio Juqueri. O único piscinão pronto, contudo, em Francisco Morato, tem capacidade para 200 mil m³.

Na revisão, ainda estão previstos a canalização e a construção de parques lineares em 34 quilômetros de sete córregos e rios. Outra medida apontada como prioritária é a criação de um pôlder com capacidade para 4 mil m³ e sistema de bombas.

O diretor da Região Metropolitana da Sabesp, Paulo Masato, disse na quarta-feira que a falta de investimentos em canalizações é fator fundamental para que Franco da Rocha mantenha-se vulnerável às fortes chuvas. "Existem projetos e obras no Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) para a região. A canalização do Juqueri é decisiva para reduzir os danos à cidade", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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