Pedágios estão mais caros em São Paulo

Novos valores foram feitos com base no IGP-M e no IPCA. Pedágio mais caro do Estado chega a R$ 20,10, na rodovia dos Imigrantes

iG São Paulo |

Já estão valendo os novos valores dos pedágios nas rodovias privatizadas no Estado de São Paulo . Para estipular o aumento foram usados dois indexadores: o IGP-M (Índice Geral de Preços ao Mercado) e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Os valores foram divulgados no começo desta semana. Vai viajar de carro? Calcule o custo com os preços dos pedágios já atualizados.

O primeiro indexador foi aplicado nos pedágios das praças cujas concessões foram assinadas entre 1998 e 200, sendo que o reajuste foi de 9,77%. Fazem parte desse grupo as rodovias Anchieta, Anhanguera, Bandeirantes, Castello Branco, dos Imigrantes, parte da Raposo Tavares e Washington Luís, entre outras.

O IPCA foi aplicado em pedágios cujos contratos foram assinados a partir de 2008 e o reajuste ficou em 6,55%. Nessa situação estão as rodovias Ayrton Senna, Carvalho Pinto, Dom Pedro I e parte da Raposo Tavares.

Os valores são arredondados sempre na casa dos R$ 0,10 e a maior tarifa de pedágio do Estado será de R$ 20,10, cobrada na rodovia dos Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista. Hoje o valor cobrado é de R$ 18,50.

Arredondamento

O arredondamento nos preços fez o reajuste do pedágio nas rodovias paulistas ficar acima dos índices de inflação em 81 das 136 praças de pedágio paulistas - 59,6% do total. Como é o caso da rodovia dos Imigrantes, em Diadema, que teve 12% (passou de R$ 1,25 para R$ 1,40). Outras três praças tiveram o mesmo reajuste, que foi o mais alto neste ano.

Os contratos mais novos usam como base o IPCA, que fechou em 6,55%. Mas 19 praças tiveram aumento acima disso, como a Ayrton Senna em Itaquaquecetuba, que passou de R$ 2,40 para R$ 2,60 (alta de 8,3%).

Índice unificado

Nesta última segunda-feira, o governo do Estado também anunciou que a partir de 2012 o índice usado para reajustar as tarifas de pedágio estará unificado. Todas serão reajustadas de acordo com o IPCA, que é um fator mais próximo da realidade dos usuários.

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