Taxa de resíduos sólidos de serviços de saúde, cobrada de hospitais, consultórios e de profissionais da saúde, pode ter sido aplicada indevidamente

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) vai rever a cobrança da taxa de resíduos sólidos de serviços de saúde (TRSS), conhecida como taxa do lixo hospitalar na cidade de São Paulo. Ele determinou a criação em caráter emergencial de uma comissão formada por representantes das Secretarias de Relações Governamentais, Finanças e de Serviços para reavaliar os critérios utilizados na cobrança da taxa.

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A TRSS foi criada em 2002, por uma lei durante o governo Marta Suplicy, e é cobrada tanto de grandes hospitais, como de consultórios médicos, odontológicos e de outros profissionais da saúde.

Após reunião com representantes da Associação Paulista de Medicina (APM), Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), Conselho Regional de Medicina (CRM-SP), Conselho Regional de Odontologia (CRO-SP) e Associação Brasileira dos Cirurgiões Dentistas, na noite desta segunda-feira (26), Kassab ficou ciente de casos de cobranças supostamente indevidas.

"Isso já demonstra que precisamos fazer uma reavaliação", argumentou o prefeito. A primeira reunião técnica da comissão está marcada para esta terça-feira.

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