Após explosão, lixo ficou acumulado às margens do córrego Taboãozinho e da estrada do Ribeiro, na Grande SP

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A Justiça de São Paulo determinou nesta quinta-feira que a empresa Pajoan, responsável pelo aterro que explodiu na segunda-feira em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, retire todo o lixo acumulado às margens do córrego Taboãozinho e da estrada do Ribeiro. A decisão é da 1ª Vara Cível de Itaquaquecetuba.

A companhia tem o prazo máximo de cinco dias para atender a medida. Durante esse período a Pajoan também terá de remover o chorume - líquido poluente gerado pelo lixo - da região. No caso de descumprimento, a empresa receberá multa diária de R$ 200 mil.

O aterro sanitário do município foi interditado após uma explosão causar o deslizamento de toneladas de lixo até a estrada. O lixo atingiu ainda o córrego Taboãzinho, que desemboca no Rio Paraíba e abastece o Vale do Paraíba. O aterro recebia resíduos de Mogi das Cruzes, Poá, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Arujá, Salesópolis e Biritiba Mirim.

Lixo fica espalhado depois de deslizamento em aterro em Itaquaquecetuba
AE
Lixo fica espalhado depois de deslizamento em aterro em Itaquaquecetuba

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