Justiça adia julgamento de acusado de matar pai e madrasta

Defesa do réu pediu realização de novo exame de DNA do sangue encontrado na casa das vítimas; nova data não foi designada

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O ex-seminarista Gil Rugai é acusado de matar o pai e a madrasta
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) adiou novamente o início do julgamento do estudante Gil Rugai, acusado de matar o pai, Luis Carlos Rugai, e a namorada dele, Alessandra de Fátima Troitino, em março de 2004, segundo informação do TJ-SP. Ainda não foi designada uma nova data.

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O juiz Emanuel Brandão Filho, do 5º Tribunal do Júri de São Paulo, retirou de pauta nesta sexta-feira o julgamento do estudante, que estava marcado para o próximo dia 26, a pedido da defesa do réu, que insistiu na realização de novo exame de DNA dos respingos de sangue encontrados na casa das vítimas, de acordo com o TJ-SP.

Em despacho divulgado na sexta-feira, o magistrado explica os motivos da decisão: "após a recente juntada de laudo complementar acerca do exame realizado no passado, a defesa insiste na realização de novo exame, motivo pelo qual, considerando-se a necessidade de um tempo razoável para preparação, realização do exame e elaboração do laudo, fica prejudicada, mais uma vez, a sessão de julgamento marcada, esta para o dia 26 de março".

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Gil Rugai é acusado de dois homicídios, contra o pai e a namorada dele, e estelionatos continuados. Os crimes aconteceram no dia 28 de março de 2004, no interior da casa da família, na Rua Atibaia, no bairro de Perdizes, zona oeste da capital paulista. O julgamento estava previsto para começar no dia 12 de dezembro de 2011.

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