Julgamento de acusado de matar rapper Sabotage entra no 2º dia

Sirlei Menezes da Silva, acusado de matar o rapper Sabotage nega crime. Cantor foi assassinado em 2003 com quatro tiros

AE |

O 1º Tribunal do Júri do Forum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, retomou nesta terça-feira ao julgamento de Sirlei Menezes da Silva, apontado pela polícia como assassino do cantor e rapper Mauro Mateus dos Santos, conhecido como Sabotage.

Em seu interrogatório, que durou 1h25 nesta segunda-feira, o réu negou a autoria do crime.A sessão, aberta às 15h25 da segunda-feira, foi encerrada no final da noite pela juíza Fabíola Oliveira Silva.

Nesta terça-feira, em sua exposição, o promotor de Justiça Carlos Roberto Talarico reafirmou que Sirlei  seria o líder do tráfico de drogas na Favela da Paz, na zona sul da capital paulista.

Na fase de instrução do julgamento foram ouvidas quatro testemunhas, sendo duas do juízo, uma de acusação (sigilosa, ouvida em plenário apenas na presença das partes) e uma testemunha de defesa. A segunda testemunha de acusação não foi ouvida por desistência do Ministério Público Estadual (MPE).

O assassinato ocorreu em 24 de janeiro de 2003, no bairro da Saúde, zona sul da capital paulista. Silva, de 29 anos, teria sido o autor dos quatro tiros que mataram Sabotage, um ex-interno da Febem (atual Fundação Casa). O rapper já havia sido duas vezes indiciado, uma por porte de arma e outra por tráfico de drogas.

Sabotage começou sua carreira com um disco solo e fez parcerias com importantes nomes do hip-hop nacional como RZO, SP Funk, Rappin' Hood, entre outros. Fez participações no cinema, nos filmes "O Invasor", de Beto Brant, e "Carandiru", de Hector Babenco.

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