Família acusa PM de execução em suposto assalto

De acordo com policial, suspeito tentava roubar estabelecimento. Família nega e diz que corpo foi encontrado com 12 tiros

AE |

selo

Um policial militar reformado e dono de bar disparou e matou um rapaz de 28 anos na quarta-feira (29) à noite, no bairro Vila Barros, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, Rodrigo Santos da Silva teria tentado assaltar o estabelecimento comercial. Já a família da vítima nega e diz que Silva foi morto por causa de uma discussão. 

De acordo com a polícia, Silva teria ido ao bar na hora do fechamento, para comprar cigarro. O policial teria dito que não poderia vender mais nada por o bar estarf fechado. Segundo a PM, Silva então sacou uma arma e anunciou o assalto, em companhia de um comparsa. Houve troca de tiros, Silva foi atingido e caminhou por cerca de 150 metros, até cair. Levado ao Hospital Geral de Guarulhos, não resistiu aos ferimentos. 

O pai de Silva, João Bosco, de 49 anos, disse que o filho já havia discutido com o dono do bar pela manhã e que a situação se repetiu pela noite. "O médico me disse que ele deu entrada com cerca de 12 tiros", contou Bosco. A polícia recolheu cinco cápsulas deflagradas no local do crime. Silva, que morava com a família próximo ao local do crime, havia passado sete anos preso por latrocínio (roubo seguido de morte).

    Leia tudo sobre: crimeinvestigaçãosuposto assalto

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG