Falta de iluminação afasta visitantes de parques em São Paulo

Quatro dos principais parques de São Paulo, por onde passam cerca de 1 milhão de pessoas por mês, estão às escuras

AE |

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Quatro dos principais parques de São Paulo, por onde passam cerca de 1 milhão de pessoas por mês, estão às escuras. Problemas de iluminação afastam corredores e outros usuários do Ibirapuera e do Parque do Povo, na zona sul. Do outro lado da cidade, o Parque da Juventude chega a lembrar um matagal abandonado, tamanha a penumbra à noite. Parte do Parque da Água Branca, que voltou a ficar aberto até as 21h30 na semana passada, após conserto no novo sistema de iluminação, também sofre com o problema.

Por causa do escuro, o policiamento tem sido reforçado nesses quatro parques. Reaberto à população em setembro de 2008, o Parque do Povo, no Itaim-Bibi, parece uma base da PM de tantas viaturas que entram a partir das 18 horas. A pista de caminhada do parque fica com a maior parte das lâmpadas apagadas. Nas quadras de futebol de salão e basquete, holofotes só começam a ser ligados por volta das 19h. Mas há quadras em que as lâmpadas nem são acesas.

Questionada sobre a falta de iluminação no Parque do Povo, a Secretaria Municipal do Verde informou que "não há horário pré determinado para acender as luzes nas quadras". A pasta também diz que a iluminação de trechos desse parque e do Ibirapuera é desligada ou reduzida para não causar "impactos na flora e nos animais" do local.

"O acionamento (da iluminação) acontece em função do uso do equipamento na ausência de luminosidade. Nos momentos em que não há usuários, a iluminação é apagada para evitar desperdício", informa o governo. "No sentido de atender melhor seus usuários, está em elaboração projeto de modernização do sistema de iluminação", acrescenta a nota da secretaria sobre a escuridão no Parque do Povo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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