Empresa que fazia bordados piratas é fechada em São Paulo

O empresário boliviano Eusébio Condori, responsável pelo negócio, foi preso. Ele é acusado de crime contra relação de consumo

AE |

selo

A Polícia Civil de São Paulo descobriu hoje uma empresa de tecnologia em bordados que estava a serviço da pirataria, e toda a produção era realizada por computador e envolvia poucos funcionários. A empresa funcionava em um salão comercial no centro da cidade. O empresário boliviano Eusébio Condori, de 37 anos, responsável pelo negócio, foi preso. Ele é acusado de crime contra relação de consumo.

A equipe da delegacia antipirataria do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) investigava a empresa havia 30 dias. As informações surgiram a partir de operações realizadas no combate ao comércio de peças de roupas falsificadas. Os policiais ficaram intrigados pela qualidade, principalmente dos bordados em camisetas das marcas Polo e Ralph Lauren.

Os policiais constataram que, num processo idêntico aos das grandes empresas de confecções, os falsificadores compartimentaram a produção. Na empresa, instalada em um imóvel de 500 metros quadrados, o trabalho era bordar as logomarcas. Funcionavam no local 48 máquinas de bordar. O desenho e comando de produção eram produzidos no computador. O processo de confecção era automatizado.

    Leia tudo sobre: piratariabordados

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG