Condenação para grupo ligado ao PCC totaliza 289 anos de prisão

Todos os acusados estão presos, mas nove deles conseguiram da Justiça o direito de recorrer em liberdade

AE |

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A Justiça Estadual de São Paulo condenou 22 membros de uma quadrilha de traficantes ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) a cumprir penas que totalizam 289 anos de prisão em regime fechado. A quadrilha, que comercializava cocaína e maconha em cidades da região de São José do Rio Preto começou a ser desmontada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Rio Preto a partir da descoberta de uma central telefônica em 2008, na cidade de Cardoso.

De acordo com o Gaeco, a quadrilha era formada por uma rede com um grupo principal e subgrupos. O grupo principal negociava a cocaína, que então era vendida pelos outros traficantes principalmente em cidades pequenas da região. Os líderes do grupo pegaram penas superiores a 40 anos de prisão por tráfico de drogas, associação ao tráfico e formação de quadrilha.

Zeildo Muniz de Souza e Thiago Vieira Braga da Silva foram condenados, cada um, a 46 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado. Outro líder, Ademilson dos Santos, foi condenado a 44 anos de reclusão, também em regime fechado, e seu comparsa, Sandro Ricardo da Silva, a 38 anos de reclusão, também em regime fechado. As sentenças, segundo a assessoria do Ministério Público, foram dadas por um juiz da comarca de Cardoso, cuja identidade não foi revelada. Todos os acusados estão presos, mas nove deles conseguiram da Justiça o direito de recorrer em liberdade.

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