Antibióticos: farmácias ainda vendem sem receita

Alguns estabelecimentos da capital paulista seguem descumprindo medida que obriga a venda com receita

AE |

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Nem todas as farmácias da capital paulista se adequaram à nova norma para os antibióticos, que desde ontem têm sua venda controlada, de acordo com resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Duas das 18 farmácias de diferentes regiões da cidade visitadas pela reportagem não exigiram apresentação da receita para a compra desse tipo de medicamento: uma na Vila Mariana e outra no bairro da Saúde. Nesses estabelecimentos, não houve questionamento sobre a falta da receita.

A medida, publicada em 28 de outubro, determina que o paciente entregue, no ato da compra do antibiótico, a prescrição médica em duas vias, uma das quais será retida pela farmácia e a outra será carimbada e devolvida.

A receita passa a ter prazo de validade de dez dias e deve conter uma série de itens obrigatórios, tais como nome completo do paciente, dados do médico e informações detalhadas sobre o remédio receitado.

Ao tentar comprar um antibiótico sem receita, ontem, o discurso mais ouvido nas farmácias foi: “Se fosse até ontem, nós venderíamos. A partir de hoje, não podemos mais.” As informações são do Jornal da Tarde .

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