Aluno da FGV baleado em bar de SP tem alta

Christopher Tominaga, de 23 anos, estudande da Fundação Getúlio Vargas, foi baleado na perna e no abdôme e ficou 18 dias internado

iG São Paulo |

O estudante Christopher Akiocha Tominaga, de 23 anos, baleado na região central da cidade de São Paulo, no dia 23 de fevereiro, teve alta neste domingo, segundo informações da assessoria do Hospital das Clínicas de São Paulo, onde ele estava internado.

nullTominaga estuda administração de empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e foi alvejado quando estava sentado na calçada de um bar próximo à instituição. Ele estava com o amigo Júlio César Grimm Bakri, de 22 anos, que foi atignido por cinco tiros e morreu antes de chegar ao hospital.

Tominaga foi atingido na perna e no abdôme e seu estado de saúde era considerado grave. Após apresentar sucessivas melhoras, no últmo dia 02, ele foi transferido da Unidade de Terapira Intensiva (UTI) para o quarto do Hospital das Clínicas .

Neste dia, por meio de um site de relacionamentos agradeu aos amigos o apoio : “Galera valeu mesmo por toda força e pensamento positivo que vocês me passaram. Até segunda-feira poucos poderão me visitar, mas acredito que terça-feira eu terei alta e descansarei na casa de meu pai, onde eu quero uma visita de todos, inclusive aqueles que eu não vejo há anos. O endereço eu passo assim que eu sair daqui. Beijos e abraços a todos. Saudades. E muito obrigado pelo carinho e atenção!”.

Agora, segundo médicos do Hospital das Clínicas, ele já tem condições de continuar o tratamento em casa.

O crime

A polícia prendeu os irmãos Valmir Ventino da Silva, de 19 anos, e Francisco Macedo da Silva, de 24 anos , e disse que os dois confessaram a autoria do crime.

Conforme a polícia, Francisco contou que estava em outro bar quando o irmão chegou de moto e disse que precisava da ajuda dele para resolver um problema. Segundo o jovem, o irmão disse que havia sido chamado de “otário”.

Já na garupa da moto, Francisco disse ter recebido de Valmir um revólver e perguntou para o que seria. O irmão respondeu que ele logo saberia. Ao chegar no bar, Valmir apontou a mesa onde estavam os estudantes. Depois disso, eles começaram a atirar. Francisco nega que o crime tenha sido motivado por ciúmes de sua namorada, que teria sido cantada por uma das vítimas.

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