Inauguração de reservatórios aumenta regularidade no abastecimento, diz Alckmin

Por Agência Brasil | - Atualizada às

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Com dois reservatórios novos em Itapecerica da Serra, haverá também a diminuição das perdas de água, ressalta governador

Agência Brasil

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, inaugurou nesta segunda-feira (25) dois reservatórios de água com capacidade para 11 milhões de litros de água, na cidade de Itapecerica da Serra, na grande São Paulo. O objetivo é poupar os mananciais paulistas, já que o estoque de água em pontos estratégicos ajuda a reduzir perdas na distribuição e aumenta a regularidade no abastecimento.

De acordo com Alckmin, a região metropolitana tem agora oito reservatórios prontos, sete praticamente concluídos e mais 14 em construção. “Teremos 29 novos reservatórios até o final do ano ou início do ano que vem, com capacidade total de 230 mil metros cúbicos de água”, disse o governador.

Inauguração de reservatórios também evitará o desperdício de 82 litros de água por segundo
Divulgação/Cesan
Inauguração de reservatórios também evitará o desperdício de 82 litros de água por segundo

A regularidade no abastecimento, segundo o governador, significa menor possibilidade de faltar água para a população. “Quando tem uma adutora por quilômetros e quilômetros distribuindo água, aquele bairro que fica mais longe, além de sofrer mais, perde mais água, pois a pressão precisa ser muito forte para a água chegar numa distância tão grande”, disse ele.

Com os dois reservatórios novos em Itapecerica da Serra, haverá também a diminuição das perdas de água, evitando o desperdício de 82 litros por segundo. Alckmin destacou que a tecnologia usada na construção dos reservatórios, com placas metálicas, custou metade do valor e levou sete meses para a conclusão das obras, enquanto o modelo convencional, de concreto, levava dois anos.

Na coletiva concedida à imprensa, o governador descartou novamente a possibilidade de rodízio. “O trabalho feito de integração dos sete sistemas de abastecimento de São Paulo, mais a economia da população e as obras que estão ficando prontas, tudo isso, no conjunto, descarta o rodízio”, disse.

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Alckmin respondeu também a perguntas dos jornalistas sobre as greves dos professores e dos metroviários. Quanto aos servidores do metrô, o governador reiterou que a proposta mantida é a correção salarial pela inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC). “Todo mundo sabe da grande crise econômica que o país está atravessando”, declarou.

Em relação aos professores estaduais, Alckmin disse que avaliará apenas em julho a possibilidade de reajuste salarial. “A educação tem seis sindicatos, só um decretou a greve. Na semana passada, foi menos de 5% [de adesão]. Os alunos estão tendo aula, os professores estão dando aula. A greve é mínima”, declarou.

Veja o Sistema Cantareira e outros reservatórios em situação de seca em SP:

Vaca caminha pela Represa Jacareí, no dia 29 de janeiro: normalmente ali teria água. Foto: Futura PressSituação calamitosa da Represa Jacareí, parte do Sistema Cantareira, no dia 29 de janeiro. Foto: Futura PressCarro no meio na Atibainha devido ao baixo nível da represa: cenário desolador. Foto: Futura PressPedalinhos inutilizados na Represa Atibainha, parte do Cantareira, em janeiro. Foto: Futura PressRepresa Atibainha, em janeiro de 2015. Foto: Futura PressLixo surge na Represa de Atibainha, em janeiro. Foto: Futura PressEm protesto contra a falta de água, governador Geraldo Alckmin é ironizado por manifestantes (26/01/2015). Foto: AP PhotoEm São Paulo, moradores organizaram uma passeata contra a falta de água. Foto: AP PhotoMoradores protestam contra a falta de água em São Paulo (26/01/2015). Foto: AP PhotoProtesto 'Banho Coletivo na casa do Alckmin', na manhã desta segunda-feira (23), em frente ao Palácio dos Bandeirantes. Foto: Futura PressFalta de água em São Paulo se agrava e motiva protestos . Foto: AP PhotoRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em setembro; veja mais imagens da situação dos reservatórios do Sistema Cantareira. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemRepresa do Jaguari, na cidade de Vargem, em foto de setembro. Foto: Luiz Augusto Daidone/Prefeitura de VargemObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura PressObras do Sistema Cantareira no segundo volume morto. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura Press Seca no reservatório do Rio Jacareí, em Joanópolis, São Paulo. Foto: Futura PressSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia StavisSistema Cantareira tem o menor nível em duas décadas. Foto: Patricia Stavis


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